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Olimpíadas Rio 2016 - Prefeitura do Rio rompe contrato com empreiteira do velodromo

     

A cada dia que passa, a situação do velódromo que está sendo construído para as olimpíadas Rio 2016 fica mais assustadora. Recentemente, o presidente da UCI mostrou-se extremamente preocupado com os incessantes atrasos na obra. Porém, a situação acaba de piorar, já que a prefeitura rescindiu o contrato com a Tecnosolo, empresa responsável pela obra no, último dia 17.

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A Tecnosolo ainda tomou uma multa de R$428.144,17. Agora, quem assume a finalização da obra que está 88% concluída é a Engetécnica, que havia sido subcontratada em março. Porém, a Tecnosolo está passando por uma grave crise financeira e entrou com um processo na justiça para reverter o cancelamento.

Em nota, a empresa afirma que os atrasos foram decorrentes de erros no projeto fornecido pela prefeitura e que entregou 83% da obra mesmo tendo recebido apenas 67% do valor que deveria ter sido repassado pelo Município. Com dada de entrega para o fim do ano passado, era previsto que o velódromo custasse R$ 143 milhões já com um aditivo de R$ 24,8 milhões devido às mudanças no projeto. Agora, a Engetécnica cobrará um adicional de R$ 55.479.702,14 para finalizar a obra.

Vale lembrar que os jogos olímpicos começam em cerca de dois meses e que, graças aos atrasos, todos os eventos de teste foram cancelados. Embora os responsáveis afirmem que a obra ficará pronta a tempo, certamente ela custará muito mais caro do que deveria. Além disso, um velódromo de madeira não é uma obra muito comum no Brasil e, sem os eventos de teste, qualquer erro na construção só será descoberto quando os maiores atletas do planeta estiverem andando a 70km/h em busca do ouro olímpico.



     


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