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Zwift bane duas atletas por adulteração de dados em corridas

Suspeita de adulteração da dedos causa banimento por seis meses de Lizi Duncombe e Shanni Berger

A plataforma de treinamento e corridas virtuais Zwift baniu por seis meses duas atletas por "fabricação de dados adulterados". Em comunicado, a plataforma afirma que as ciclistas Lizi Duncombe e Shanni Berger teriam manipulado dados de potência durante competições de destaque.

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É importante dizer que, atualmente, as corridas virtuais tornaram-se bastante competitivas, inclusive com premiações em dinheiro. O primeiro campeonato mundial UCI de eSports esta marcado para Dezembro e, por conta disso, o Zwift criou uma política de tolerância zero.

Assim, alguns organizadores de provas virtuais passaram a pedir duas fontes de potência para cada atleta, principalmente por conta de discrepâncias na aferição de rolos interativos smart. Nos casos de Lizi Duncombe e Shanni Berger, a ZADA, agência anti-doping do Zwift, detectou possíveis adulterações de arquivo.

No caso de Shanni Berger, a atleta teria utilizado um medidor de potência como fonte para o jogo, quando as regras do evento pediram para que a fonte fosse um rolo interativo. A atleta chegou a mandar um segundo arquivo, porém não existia nenhuma variação entre os dados - algo praticamente impossível quando as fontes são diferentes.

Isso sugere que Berger tenha conectado seu medidor de potência no Zwift e também em seu Garmin, que seria utilizado para armazenar a segunda fonte de potência. Porém, como não foi possível verificar a segunda fonte de dados, o resultado da atleta foi anulado. O team manager da atleta ainda enviou mais um arquivo, porém a ZADA detectou diversas discrepâncias nos dados, indicando que muito provavelmente tratava-se de um arquivo editado.

Já no caso de Duncombe, a ZADA detectou possíveis manipulações nos arquivos enviados para verificação. Em um primeiro momento, a atleta enviou apenas um arquivo de 90 segundos de seu aquecimento. Depois, a atleta mandou um segundo arquivo. Porém, a ZADA afirmou que, na verdade, trava-se de uma cópia da fonte primeira utilizada pela atleta na prova, mas com algumas modificações para parecer que tratava-se de uma fonte diferente.

Agora, elas ficam proibidas de correr, mas podem seguir usando o Zwift para treinar.


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