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Vídeo - Teste de rodas de carbono com freios ferradura faz aros explodirem


12 DEZ, 2017     Gustavo Figueiredo     10    



O fabricante de rodas e acessórios Alto Cycling realizou um teste em parceria com a Spark Wheelworks para descobrir qual é a resistência a frenagem de diversas rodas de carbono disponíveis no mercado. Para o teste, muitos cuidados foram tomados, dentre eles a substituição das fitas de aro e das câmaras de ar por modelos mais resistentes ao calor - tudo para levar o aro ao limite.

Além disso, a potência de acionamento do freio foi a mesma para todos os modelos, assim como a sapata de freio - sempre uma SwissStop Black. A potência do motor que gira as rodas foi regulada em 1200 watts, com a velocidade variando de acordo com as características de frenagem.

Com o pneu calibrado com 100PSI, as rodas giraram até o aro não suportar o calor e a pressão. Depois disso, o tempo de resfriamento também foi mensurado. Confira abaixo os modelos testados, o vídeo e os resultados do experimento.

-Alto Cycling (CC52)
-Bontrager (Aelous 5 TLR D3)
-Boyd Cycling (60mm Clincher)
-ENVE (SES 4.5)
-FSE (EVO 55C)
-Knight (65 Clincher)
-Mavic (Cosmic Pro Carbon SLC)
-Roval (CLX 50)
-Zipp (404 Firecrest)



Resultados

Foto 66136


Comentários

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    Genival Antunes   

    Genival Antunes   

    Achei este teste inconcluso,,
    uso roda de carbono na minha bike, moro perto da Serra do rio do Rastro,por onde passa a volta de santa catarina, ja desci algumas vezes,,e nunca tive problemas, mas ja vi algum ciclista derreter a borrachas de freio,,agora usando um motor eletrico para girar a roda,,penso que nao seria um procedimento correto penso eu !
    deveria sim, usar uma montanha e descer com varios tipos de rodas ,tipo, condições reais!

    2 ano(s) atrás - Denunciar


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    Gryphon    São Paulo - SP

    Gryphon    São Paulo - SP

    Vinicius, por volta de 1999 a Microsoft fez uma série de ações para reduzir o interesse que havia na época pelo Linux. Entre essas ações ela pagou para uma consultoria chamada Mindcraft para comparativos para demonstrar a superioridade do Windows NT e o Linux. Só que tudo feito de forma obscura, sem convidar o pessoal do Linux para acompanhar os testes e os números eram estupidamente favoráveis ao Windows.

    Vários especialistas e revistas especializadas tentaram reproduzir os testes, sem obter os mesmos números. Ao invés de conseguir uma imagem favorável, a Microsoft só conseguiu cair em descrédito. Tempos depois, segundo ex-funcionários, o Windows testado era customizado para o teste, bem diferente do Windows de prateleira.

    Esse tipo de teste só joga contra o próprio fabricante.
    Todo teste desse tipo pode ser reproduzido por terceiros e eles podem não comprovar os mesmos resultados.

    2 ano(s) atrás - Denunciar


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    Vinicius Trevisan    Foz do Iguaçu - PR

    Vinicius Trevisan    Foz do Iguaçu - PR

    Bem observado, Gryphon. E a diferença do resultado da roda da Alto para as demais é espetacularmente gritante.
    2 ano(s) atrás - Denunciar


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    Gryphon    São Paulo - SP

    Gryphon    São Paulo - SP

    Há todo um conjunto de pontos a serem questionados no ensaio do vídeo, mas podemos focar principalmente em dois.
    Em primeiro lugar, qualquer estudante de engenharia sabe que testes de qualidade desse tipo exigem o ensaio de pelo menos 30 peças de cada tipo para se obter dados confiáveis sobre as amostras. As amostras também devem ser coletadas de forma a representar o universo de peças de tal forma que os dados das amostras devem representar os dados esperados de todo universo de peças que se pretende conhecer.
    O segundo ponto é que o teste foi patrocinado por um fabricante de rodas, sendo que os dois modelos ensaiados deste fabricante contra modelos dos seus concorrentes ganharam de lavada.

    Reparem que nada é dito sobre a origem das rodas ou da transparência do procedimento de ensaio. Assim, nada impede que as rodas vencedoras tenham sido especialmente fabricadas para o ensaio, nada tendo a ver com as rodas que possam ser compradas pelos ciclistas.

    Assim sendo, o ensaio pode ser um golpe de marketing, e deve ser encarado com reserva.

    Isso não é novo e exige atenção pelos consumidores.

    2 ano(s) atrás - Denunciar


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    Juliano Sieve   

    Juliano Sieve   

    Testes comprados pelos fabricantes de bikes para venderem os novos modelos com freio a disco !!! Totalmente tendenciosa !!!
    2 ano(s) atrás - Denunciar


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    Vinicius Trevisan    Foz do Iguaçu - PR

    Vinicius Trevisan    Foz do Iguaçu - PR

    Interessante!
    2 ano(s) atrás - Denunciar


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    Fidel   

    Fidel   

    Nossa! Teste super exigente com força de 7 Libras (algo em torno de 31 Newtons ou 3 Kg) sobre freio! KCT. Vivia o freio a disco! :-)
    2 ano(s) atrás - Denunciar




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