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UCI alega que métodos de detecção de doping mecânico são eficientes


18 ABR, 2016     Gustavo Figueiredo    
     


Ontem, uma reportagem realizada pela Stade 2, um canal de TV da França, juntamente com o jornal italiano Corriere della Sera afirmou ter utilizado câmeras com sensores de calor para detectar motores escondidos em bicicletas durante a Strade Bianche e na Coppi e Bartali, duas importantes provas realizadas em solo italiano.

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Com a repercussão do caso, Gianni Bugno, ex-ciclista profissional e presidente da CPA (Associação dos Ciclistas Profissionais) mostrou-se muito insatisfeito com a notícia e passou a exigir que a UCI também utilize sensores de calor para detectar fraudes tecnológicas.

Todavia, a UCI afirma que o método utilizado atualmente, que é baseado em ressonância magnética, é o mais eficiente e com melhor custo-benefício dentre todas as opções. "Nós testamos imagens térmicas, testes com ultra-som e raio-x, porém o melhor em precisão, confiabilidade e custo benefício foi a ressonância magnética utilizando um software criado em parceria com uma empresa de desenvolvimento. A vistoria é feita com um tablet e pode ser realizada nas rodas e bicicleta em menos e um minuto", disse a entidade em nota.

Até agora, além do motor encontrado na bicicleta da atleta belga Femke Van den Driessche , a UCI não foi capaz de detectar mais nenhum caso de fraude tecnológica. Com esta reportagem, a pressão sobre a UCI fica ainda maior.


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