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Trail Building - Muito mais que construir trilhas

Entenda o que é Trail Building e conheça as iniciativas no Brasil

Trail Building deixou de ser apenas uma melhoria informal de trilhas pelos praticantes para se tornar uma atividade essencial na construção de um ecossistema regional para a prática de algumas modalidades do ciclismo.

Mais que trilhas bem feitas, ter uma construção sustentável e responsável pode trazer benefício também para o turismo e comércio da região, além de melhoria na qualidade de vida. Veja tudo que o Trail Building aborda.

  1. O que é Trail Building?
  2. Por que surgiu o Trail Building ?
  3. Quais problemas surgiram no uso de trilhas para bikes ?
  4. Trail Building se profissionaliza e resolve problemas
  5. Como está hoje o cenário do Trail Building pelo mundo ?
  6. Quais são as iniciativas de Trail Building no Brasil ?
  7. Como se envolver em projetos de Trail Building

O que é Trail Building?

O Trail Building é a atividade de construção de traçados para a prática de diversas modalidades com a bicicleta, seja em cadeias de montanhas ou mesmo em pequenas áreas de uma cidade.



Na tradução literal, temos "trail" que significa trilha e "building" construção. Em resumo, a atividade surgiu da necessidade de aperfeiçoar as trilhas já existentes, e com o tempo, evoluiu para a construção de trilhas exclusivas e até mesmo complexos dedicados à prática do ciclismo.

Por que surgiu o Trail Building ?

Trilhas e caminhos um pouco mais largos eram usados basicamente para deslocamento a pé e passagem de animais. Com surgimento de bicicletas mais robustas, começou-se um uso mais frequente, por deslocamento ou mesmo recreativo, trazendo a necessidade de eventuais adaptações no terreno.



Surgimento do Mountain Biking - Ciclismo de Montanha
No decorrer da década de 90, começou a popularização da modalidade Mountain Biking, trazendo um maior uso das trilhas, bicicletas mais capazes e até competições.

Apenas descer aquelas trilhas tradicionais se tornou entediante e com isso as dificuldades naturais já não eram tão atrativas assim, trazendo a necessidade de alterar as pistas existentes, alterando traçados e construindo demais obstáculos.

Bikes ainda mais avançadas
Virando o milênio, as bicicletas foram ficando cada vez mais avançadas, com freios a disco e suspensão, surgindo a modalidade Freeride e Downhill. Com isso, estourou o interesse em todo o mundo de usar não apenas as trilhas existentes, mas procurar novos locais com descidas mais íngremes, mais pedras, mais situações fora do padrão, que as trilhas já existentes não tinham.

Início das construções de pistas
As primeiras pistas de ciclismo foram feitas por construtores de pista de motocross, já acostumados com os elementos radicais da modalidade, surgindo assim grandes obstáculos construídos do zero, ao invés de adaptados, exigindo um maior planejamento e conhecimento técnico dos construtores.

Para isso, o uso exclusivo de ferramentas braçais não era suficiente e usar máquinas de grande porte se tornou a saída mais adequada pois conseguiam movimentar muita terra e moldar rampas com uma velocidade de construção nunca vista.

Nessa época, o termo Track Building era usado, remetendo a construção de pistas de intuito mais competitivo. Havia a necessidade de planejamento para que aquele traçado se tornasse duradouro e também a agregar novos adeptos das mais variadas vertentes do ciclismo bem como tipos diferentes de bicicletas.


Quais problemas surgiram no uso de trilhas para bikes ?

Com a maior demanda tanto de praticantes, como da necessidade de criar ou alterar trilhas, surgiram alguns problemas.

Autorização do uso de propriedades
Um dos problemas enfrentados pelos praticantes foi o uso de terreno particulares. Com trajetos algumas vezes longos, era preciso obrigatoriamente passar por propriedades de moradia ou grandes fazendas, sendo terrenos de empresas e produtores rurais. Sendo necessário estabelecer um diálogo entre os envolvidos.

Autorização do uso de reservas ambientais
A primeira premissa, para a prática do MTB em áreas de preservação, é a previsão deste tipo de uso no plano de manejo da unidade. A argumentação recorrente é que o esporte degradaria o ecossistema e por isso muitos planos de manejo não autorizam esta finalidade. "Defendemos, embasados por diversos estudos internacionais, que não é a bicicleta que degrada o meio ambiente e sim trilhas mal construídas. Com o tempo, estas trilhas se tornam um caminho para a água e, como resultado, se transformam em erosões com todas as suas consequências. Logo, nossa argumentação é sempre feita em prol da preservação com o uso consciente, adotando métodos construtivos profissionais de engenharia de construção, para obtermos o equilíbrio sustentável" - comenta Christian Wagner, um dos criadores do Projeto Trilhas, em breve uma matéria exclusiva falando sobre.

Questões Ambientais
Outro desafio que surgiu para o uso de bicicletas em trilhas foi a parte ambiental, em termos erosão e modificação de características naturais de terreno.

As bicicletas aceleram uma erosão natural, dependendo das condições, tornando necessário medidas de prevenção ou autorizações para o uso de algum espaço.

Ao mesmo tempo, com o planejamento e ações, podemos ter o efeito inverso - modificar a trilha para que seja boa para bikes, mas também ajudando a retardar a erosão natural que aconteceria em trilhas sem qualquer manutenção.

Manutenção e problemas com erosão
Um dos tópicos abordados por todos os construtores, praticantes e profissionais da área ambiental é a de evitar sempre a erosão do solo, usando as técnicas de drenagem. Não é nada simples e requer conhecimento.
São diversos casos de terrenos erodidos e interditados por falta de drenos, a falta de responsabilidade e expertise são o grande problema nesse caso. É importante pensar longo prazo, planejar e executar de forma que aquele ambiente possa ser utilizado por várias temporadas, precisando de menos manutenção e correndo menos riscos possível. Em todos os manuais está a dita "Fall-line Trails", que seriam os córregos de água da chuva. Sempre necessário estudar o declive e fazer uma leitura de onde é mais adequado abrir um trajeto.
Um exemplo desse problema é a famosa pista de Downhill em Balneário Camboriú em SC que já recebeu duas edições de Copa do Mundo e três mundiais de Downhill Master. Já sofreu embargos pelo MP do estado com sanções e medidas compensatórias para resolver problemas ambientais no trajeto da pista, hoje, já resolvido.

Uso compartilhado com outras atividades
Nem toda trilha é específica para a prática do Mountain Bike, sendo assim, é preciso haver o compartilhamento saudável com outras práticas esportivas, seja Motocross, seja Hiking/caminhada. A empatia se faz muito importante e todos devem estar em união para que possamos todos desfrutar desse bem. É de vital importância controlar a velocidade em lugares mais movimentados para evitar atropelamentos, seja qual for. Nesses casos, a atenção deve ser redobrada.



Trail Building se profissionaliza e resolve problemas

Por todos os problemas que surgiram, se tornou claro que era preciso profissionalizar o Trail Building para torná-lo muito mais amplo e profissional. Sendo assim, surgiram associações por todo o mundo, sendo umas das mais famosas a IMBA (International Mountain Biking Association), nos Estados Unidos. Essas associações surgem para defender os anseios dos ciclistas de montanha aliando com os interesses da comunidade ao redor.

Associações de Trail Building podem ter objetivos como:

  • Educar os frequentadores para o uso sustentável das trilhas, criando manuais, regras e sinalização adequada
  • Fazer o chamado “Trail Advocacy” que é se envolver na questão legal do uso dos terrenos, seja na esfera ambiental ou política
  • Orientar e/ou construir novas trilhas
  • Difundir a prática, captar recursos e adeptos para auxiliar
  • Criar projetos socioeconômicos para viabilizar investimentos
  • Fomentar a prática e o comércio da região
  • Buscar sempre a evolução do esporte
  • Agregar jovens a cultura esportiva
  • Envolver a comunidade local

Diferentes tipos de pistas e modalidades
Dentro do assunto aqui abordado, as principais vertentes dentro do ciclismo são:

Cross Country Olímpico: Modalidade que tem mais visibilidade no Brasil e no mundo, por estar presente nos Jogos Olímpicos. Consiste em uma disputa num circuito fechado em que os competidores devem realizar um certo número de voltas para completar a prova.
Bicicross: Modalidade derivada do motocross, o BMX como é conhecido, hoje também está presente nos Jogos Olímpicos na variante BMX cross, é uma prova de muita velocidade, num circuito fechado e construído com exime perfeição entre seus saltos e curvas. O BMX Vertical e Freestyle também fazem sucesso, pois demandam de menor investimento de pista.
Freeride: Como comentado acima, muito do que vemos na evolução do ciclismo hoje em dia se deve ao Freeride. Foi uma transição e superação dos bikers ao incorporar elementos com maior adrenalina ao esporte.
BMX Dirt Jump: Praticado com bicicleta de BMX em rampas de terra com a principal finalidade de mandar manobras.
Downhill: Esta, nada mais é que descer uma montanha. Nas competições, ganha quem faz do topo a base do morro em menor tempo. Muito conhecida ao redor do globo, esta, é a modalidade extrema mais difundida.
Enduro: Aqui, temos uma mistura entre várias modalidades, mais antigo do que parece, o Enduro surgiu décadas atrás com a necessidade de subir pedalando até o topo da montanha para descer ela.
Four x: Com uma das disputas mais divertidas, o 4x é uma prova onde 4 atletas descem juntos um traçado mais largo e quem chegar antes, é o campeão.

Aspectos Econômicos
Um outro aspecto muito importante que passou a ser abordado foi o econômico. Construir trilhas leva tempo e recursos, porém também podem trazer retornos para região.

Retorno do manejo de trilhas para bicicleta para uma região
  • Investidores externos para e durante a realização de eventos esportivos
  • Aumento considerável de renda para pequenos e médios comerciantes locais
  • Abertura permanente de comércio ao envolto das pistas
  • Aumento da prática esportiva na cidade, com isso, as vendas de bicicletas estouram
  • Incentivo do poder público é de vital importância e de interesse do mesmo
  • Atrair turistas para o município em temporada de competição e fora dela
  • Constante melhora de qualidade de vida para a população
  • Evolução nos números positivos em questões de saúde pública
  • Auxílio eminente a pessoas com problemas mentais


Sustentabilidade
Trilhas são usadas de uma maneira ou de outra. Quando existe um trabalho de manutenção, o uso da trilha é mais planejado e até mesmo a erosão natural da chuva pode ser evitada. Com educação e frequência de visitantes conscientes, a trilha passa a ganhar um maior sentido de cuidado, facilitando a educação básica de preservação da vegetação, da fauna e fatores simples como o descarte adequado de lixo.



Como está hoje o cenário do Trail Building pelo mundo ?

O cenário de Trail Building pelo mundo está bastante pujante, são várias iniciativas de diversas origens, como nos conta abaixo Felipe Pimpão, árbitro CBC / UCI e grande incentivador da prática responsável do ciclismo.

Locais como Crestle Butte (Colorado) continuam atraindo mais e mais ciclistas a conhecerem a cidade que originou o que conhecemos hoje como "single track". Não só a cidade foi pioneira em construção de single tracks focados no uso para bicicletas, mas também pela força das associações de ciclistas e sua interação com os órgãos governamentais locais. Nesse contexto, em 1988, surgiu a IMBA, seu foco sempre foi garantir acesso a trilhas em terras públicas e fomentar a construção sustentável de single track pelo mundo. Hoje com escritórios em 11 países, além de um sede europeia.

Essas iniciativas acabam por reunir forças em diferentes frentes, como em Bentonville (Arkansas), a cidade vem se tornando o epicentro do desenvolvimento de trilhas sustentáveis na costa leste americana pela soma de: uma associação de ciclistas local forte e estruturada, boa receptividade da prefeitura e governo estadual que enxergaram o crescente número de praticantes, incremento no mercado da bicicleta, na qualidade de vida e investimento privado, nesse caso o fundo Walton Family (a família proprietária da rede supermercadista Wall Mart).

Derby na Tasmania, por sua vez é um dos melhores exemplos de cidade que ressurgiu das cinzas, após o rompimento de uma barragem de mineração em 1929 o que restou da cidade foi praticamente esquecido, voltando ao noticiário depois de um trabalho arquitetado com 2 entidades e recursos federais que abriram 20km de trilhas nos arredores da cidade. 5 anos depois e mais de 80 kms de trilhas a cidade pulsa MTB com eventos internacionais atraindo atenção, negócios locais recebendo turistas o ano todo além de uma forte comunidade local de ciclistas que agora tem um dos mais desejados destinos internacionais como seu quintal.

O formato de grandes eventos trazendo atenção para pequenas comunidades e gerando turismo é agora recorrente em vários lugares do mundo, seja Derby com etapas da Enduro World Series, a região de Lost Sierra, Califórnia com festivais como Downieville, ou a região noroeste do pacífico com eventos como o Trans Cascadia. Todos eventos que deixam sólido legado, recursos e conhecimento para o incremento das trilhas, infra-estrutura e comunidades locais.

Iniciativas como essas, usando trilhas como pilares do turismo local e como ferramenta de desenvolvimento econômico tem surgido em diversos locais, da Europa ao Korea, do Japan a Patagônia, até mesmo em locais já muito reconhecidos como Whistler e Squamish o investimento em mais e melhores trilhas tem gerado um crescimento sustentável para as comunidades ao seu entorno. Mais trilhas = mais ciclistas = mais recursos = mais qualidade de vida.



Quais são as iniciativas de Trail Building no Brasil ?

Para iniciar a nossa lista dos principais construtores da atualidade, devemos lembrar que todos vivem o ciclismo, com isso correndo nas suas veias, priorizando o amor ao esporte.

Hoje, profissionalizados, eles já atuaram e atuam como atletas de Mountain Bike em muitas competições, até mesmo organizando provas. O maior objetivo de por a botina na lama e cavar é para que pudéssemos vivenciar uma grande evolução, assim deixando um legado para as próximas gerações.

Conheça alguns Trail Builders brasileiros


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 Florianópolis - SC

CICLO TRILHAS FLORIPA

https://ciclotrilhasfloripa.com/Instagram


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EDUARDO ARRUDA

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 Petrópolis - RJ

KNOB TRAIL SYSTEM

Instagramknobdh@hotmail.com


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LANCE TRACKS

InstagramFacebook


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 Minas Gerais

MATTIOLI ENGENHARIA DE PISTAS

Instagram


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 Minas Gerais

PROJETO TRILHAS

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 Rio de Janeiro

TbioT

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THIAGO VELARDI

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 Rio de Janeiro

UCM

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Como se envolver em projetos de Trail Building


A melhor maneira de se envolver hoje é participar de algum projeto já em andamento. Muitos projetos precisa de voluntários e já tem planos estruturados e conhecimento acumulado.

Segundo Luciano "KDRA" Lancellotti, um dos precursores da cultura mountain bike em nosso país:

"Precisamos de desenvolvimento e profissionalização dentro e no entorno dos assuntos ligados a prática do ciclismo. Cada um de nós é relevante e a nossa união deve ocorrer para que possamos evoluir juntos, mesmo que cada um esteja num canto diferente do país. Cada região tem suas particularidades e características, seja de solo, clima ou política. Pequenas ações locais são de extrema importância e isso deve ser respeitado e incentivado.

A evolução deve vir do menor para o maior. Cada biker é responsável por esse desenvolvimento. E isso está surgindo, estamos no momento mais maduro e devemos aproveitar. Tudo que temos hoje, foi criado pela própria comunidade do Mountain Bike, é de vital importância se envolver na "cultura do andar de bike" e cuidar do próprio espaço. Sabemos de muitos picos que hoje são incríveis mas que existem há décadas. O que temos hoje por aqui, pode vir a ser como lá fora.

É fundamental a inspiração e compartilhamento entre construtores para o movimento crescer. É um trabalho de formiguinha, todos trabalhando forte dentro de uma estrutura que cada um tem seu papel. Estamos motivados e isso é muito legal. O momento de fazer acontecer é agora!"

Você também é um Trail Builder ?

Você também constrói trilhas e não foi listado aqui ? Nos conte mais sobre sua iniciativa nos comentários! Em breve vamos fazer outras matérias sobre o assunto.

Matéria produzida por Cesar Delong em conjunto ao Pedro Cury e participação de diversos trail builders.


Comentários

Tô trabalhando uma trilha de DH há uns anos... 98% sozinho. As ferramentas ficam escondidas na montanha. São 3,5km de descida, tem uma boa subida pra enduro também. Além de ser atualmente o único praticante de DH e do pouco incentivo aqui na cidade de Raposos-MG, o XC tem crescido cada dia mais após a pandemia. A maior parte das trilhas são single tracks e estam dentro da Estrada Real e Parque Nacional do Gandarela ao mesmo tempo, e várias delas levam a rios e cachoeiras. No Dig, No Ride!!!!

Excelente Ramires! Cemucam sem dúvida é um marco! Parabéns mais uma vez!

Só lembrando pra registro que o Parque Cemucam em São Paulo que já sediou diversas competições como o Campeonato Brasileiro XCO em 2014 e onde nasceu um dos eventos de maior longevidade do MTB brasileiro o MTB 12 HORAS é o primeiro parque publico do Brasil a ter uma pista de Mountain Bike onde praticamente construí sozinho tentando fomentar essa pratica de Trail Builder .
Abraço
Eduardo Ramires

Boa tarde
Parabéns pela iniciativa de divulgar essa atividade, um trabalho faraônico.
A 4 anos iniciei as escavações de trilhas na minha propriedade, em Rio das Flores RJ, divisa com Minas Gerais, região de Juíz de Fora. O Bike Park São Leandro possui 7,5 km de trilhas, mirantes, cachoeira e área para alimentação e cursos, conta com o apoio da prefeitura. Era para iniciar as atividades esse ano, mas com a pandemia só deu para lançar a página no Instagram.
Há espaço para a abertura de muitas outras trilhas, mas é necessário apoio, seja como voluntários ou patrocinadores.

Grande Pedro, te convido a andar aqui no Parque da Cidade de Niterói e conhecer nosso projeto de trail building @niteroibikers ! Abração tmj,

Bruno

Pedrão! Coloque seus contatos aqui nos comentários também!!

Matéria fantástica parabéns, tô nessa vibe, construir um bike Park praticamente todo sozinho na mão em Amparo Nova Friburgo RJ e agora o projeto está se estendendo por toda a região de Amparo, pois pretendo transformar num local de referência em trilhas e esportes.

Olá sou o Pedrão da Pedrão trilhas tbm sou trail builder , trabalhando sempre pelo amor ao MTB !
Quem não gosta de curtir uma trilha limpa? Quando for ter mais matérias podem me contatar será um prazer falar mias sobre esse trabalho que tem crescido no Brasil e no mundo ! Parabéns pela matéria ! Abraço

Muito top a matéria.
Também tenho trabalhado na construção de uma trilha, na verdade uma pista de XCO há uns 3 anos já.
Instagram @geovane.k ou @bikeparkgk.
Também criei um canal no YouTube da trilha e estou começando a produzir conteúdos sobre
https://www.youtube.com/channel/UCGdeCULI4EtB_2gasrnpYsg

Saulo, temos certeza que existem diversas outras iniciativas! O pessoal pode entrar em contato com a gente que terão mais matérias!

Excelente materia, feliz em saber que no Brasil esse movimento esta se desenvolvendo e fomentando a cultura da bike e todos os beneficios que ela traz consigo!

Não foi citado a “ Pedrão Trilhas”...
Há muito no ramo!!!
Competência e conhecimento é o seu lema!!
Inúmeros circuitos desenvolvidos com a qualidade de sempre!!



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