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Santini troca produção de uniformes de ciclismo para máscaras médicas

Empresa italiana promete produzir cerca de 10 mil máscaras por dia

     

A Santini, uma das principais fabricantes de uniforma de ciclismo da Itália, país que está sendo fortemente afetado pela pandemia de Coronavírus, vai trocar sua produção de uniformes para focar em máscaras médicas. A empresa promete começar a produção na segunda, dia 23 de março. O país tem mais de 35 mil casos confirmados, com quase 3 mil mortes causadas pelo Covid-19.

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Segundo a marca, um protótipo já esta pronto e sendo testado pelas autoridades médicas de Milão para que a aprovação seja dada para o início da produção. Baseada na cidade de Lallio, que fica perto de Bérgamo, no norte da Itália, a Santini está trabalhando em conjunto com uma fábrica têxtil chamada Sitip

"Desde o início, nos perguntamos como poderíamos ajudar como empresa. Levando em conta a necessidade, contatamos a Sitip, que fica em Bérgamo e fornece tecidos a prova de água e respiráveis para fazer um protótipo. Agora estamos esperando a autorização da Politécnica de Milão para inciar a produção, o que deve acontecer na segunda, dia 23 de março", explicou Monica Santini, gerente de marketing da empresa.

Ainda nesta semana, a falta de equipamentos fez uma vítima entra nas equipes de atendimento. Um médico teria morrida depois de contrair o coronavírus por ser forçado a trabalhar sem luvas e máscara - itens que estão em falta na Itália.

"Já testamos as máquinas e estamos prontos para produzir 10 mil máscaras por dia. Recebemos muitos pedidos, mas a prioridade será para Bergamo, já que podemos ver com nossos próprios olhos as dificuldades que os hospitais e das pessoas que ainda estão trabalhando em escritórios e fábricas", finalizou Monica.

     


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