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Minha saga para escolher a bike e voltar a pedalar

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Levi Ver Drop Down


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    Enviado: 21 Jan 2021 as 15:27

Depois de ter experimentado patinete elétrico em 2019 em dois passeios no plano, e depois de ter pesquisado bem os prós e principalmente os contras deles (este vídeo explica https://www.youtube.com/watch?v=p58Qxano_as - https://www.youtube.com/watch?v=p58Qxano_as), resolvi começar 2021 querendo voltar a ter uma bicicleta. Uma não, duas, uma pra mim e outra pra esposa. Aí surge o mar de dúvidas. Pesquisei um pouco de tudo: dobráveis, elétricas, híbridas, speed, gravel, só as mountain bike que não li muito porque sabia que queria algo mais pra asfalto. Parece bizarro alguém não ter a menor idéia do que vai comprar, mas a vida é assim mesmo. E não existe bike perfeita pra tudo, obviamente, cada uma tem seus prós e contras. Alguém perguntaria: que tipo de circuito você pretende fazer? A resposta era: vários, as vezes planos, as vezes talvez com subidas, passeios em cidades diferentes, lugares que ainda não fui, por isso não sei ao certo. 


Eu não pedalava há mais de 15 anos. Quando era moleque tive umas mtb mega básicas, pesadas e ruins. Naquela época cheguei a fazer duas vezes o circuito carioca do Alto da Boa Vista (Rua Alice, Paineiras, e descida na Dona Castorina). Fui na empolgação de ir com amigos e mesmo jovem terminei fisicamente destruído. Agora que estou perto de chagar aos 50 anos de idade não tenho nenhuma pretensão muito esportiva e estava querendo inicialmente algo para conforto e passeios. Embora eu seja magro, sempre fui ruim de exercícios, elasticidade baixa, pouca disposição, etc. Por exemplo, quando vou correr, me exercitar, tenho feito meros 2km. Uns 4km já me deixariam bem cansado (e definitivamente não gosto de praticar). Este é um ponto interessante que li num fórum de Portugal. Um cidadão fazia muitas perguntas sobre detalhes pra deixar uma bike mais leve, e o outro lhe respondeu que era importante a pessoa se ligar na elasticidade, perfil, capacidade física para pedalar, etc, mais do que ficar fuçando a internet em busca de equipamentos, peças, cacarecos e afins. Fato é que pra muitas pessoas, e eu me incluo nisso, é bem confortável ficar sentado em casa devorando sites, blogs, vlogs, etc. A indicação era simples: pedale mais e não se preocupe tanto com o que você ainda não tem. Pedale e pronto, seja para espairecer, seja para se exercitar.


Bikes dobráveis eu entendi que são indicadas por exemplo para quem faz uso inter-modal, quem entra em trem ou metrô, etc, o que não é muito meu caso. São bem usadas para ir trabalhar, especialmente com apoio elétrico. E teoricamente são bikes com menor rigidez estrutural e com muitas partes móveis que podem eventualmente vir a fazer barulhos, apresentar folgas, requerer mais ajustes, etc. Algumas são interessantes, como as da skape, mas vai ver se é fácil achar uma bateria de reposição. Em seguida deixei isso de lado. Tem que ver se a bike elétrica vai ser montada dentro das especificações do Contran, não pode ter acelerador, e por enquanto não estão fiscalizando nada, mas basta uma canetada para que guardas municipais e tal passem a fiscalizar e criar problemas pra quem tem bicicleta elétrica que anda sozinha sem pedalar. Chato ter acelerador e mandar tirar. Mas fica a dica pra quem não quer correr o risco de um dia ter a bike apreendida e ter algum agente enchendo o saco.


Bikes elétricas estavam me encantando pela proposta dupla: você pode se exercitar um pouco se quiser, ou pode só fazer passeios e se cansar menos. Cheguei a olhar com carinho a Caloi E-vibe City Tour, e até a Caloi E-vibe elite. Essas não são nada baratas, ficam no preço de boas speed. Um probleminha é que essas bikes da caloi existem no meu tamanho (19) G, mas não tem no tamanho da esposa (P). Fui também dar uma fuçada no tipo de motor que estão oferecendo. Embora sejam Shimano, marca renomada, li que o E5000 é o mais simples  de entrada, indicado para uso urbano (talvez mais voltado para andar no plano ou em aclives não muito acentuados) e o E6100 é o segundo da linha, mais forte que o primeiro, conforme mostra o site do fabricante. https://www.shimano-steps.com/e-bikes/europe/enews/SHIMANO-STEPS-simplified - https://www.shimano-steps.com/e-bikes/europe/en/news/SHIMANO-STEPS-simplified Vale lembrar que volta e meia sai alguma novidade nesse segmento, vide esta matéria: https://www.pedal.com.br/motor-shimano-ep8-mais-torque-reducao-peso-e-tamanho_texto14550. - https://www.pedal.com.br/motor-shimano-ep8-mais-torque-reducao-peso-e-tamanho_texto14550.html - e existem outras marcas e modelos com boas opções de bikes com motor elétrico no exterior. 


Duas coisas me chamaram a atenção para valorizar as bikes não-elétricas. Uma foi que num final de semana precisei passar de carro no Alto da boa vista (RJ) e vi no postinho um montão de gente com bikes bem variadas (speed na maioria) e gente de todas as idades, inclusive algumas mais velhas que eu. Aqui caiu ficha que eu poderia largar de ser preguiçoso e ter uma bike normal e me exercitar pra valer. Até fiquei com vontade de voltar a sofrer pra subir o Alto. O outro ponto foi descobrir apps legais como o Strava e o Relive e ver pessoas que treinam seriamente de Speed fazem percursos imensos (inclusive uma pessoa do meu trabalho que sei que não é atleta profissional), e eu nem sabia que de speed era possível andar tanto assim e com altimetrias tão variadas. Um circuito que me impressionou foi o de um evento em Campos do Jordão que largava de Santo Antonio do Pinhal e dava umas voltas imensas por toda aquela área (que conheço bem, de carro, e sei que tem uma variação de altitude impressionante). No meu caso eu só queria dar uns passeios, Campos do Jordão é uma cidade bonita e eu já me daria satisfeito de pedalar por dentro dela, não precisaria descer até SAP ou descer a serra toda pra depois subir gastando muitas calorias. 


Freios  - Antes de comentar de bikes híbridas e speed  - Freios foi um dos primeiros assuntos que tratei de ler a respeito. No meu curto e distante histórico de bike básica no Alto da Boa Vista ficou uma lembrança de perrengue. Descendo o Alto passei sufoco porque percebi que os freios não davam conta direito, fazia uma força danada nas mãos e em longos momentos sabia que era impossível parar. Felizmente terminei sem ocorrências, só as mãos bem inchadas. A partir desse episódio resolvi ler a respeito de tipos de freio. Rim Brakes (freios no aro, os mais comuns), freios à disco mecânico e à disco hidráulico. Resumo da história, os melhores em capacidade de frenagem e em modularidade são os hidráulicos. Os mecânicos as vezes achava alguém comentando que eram chatos de usar e eu não entendia o porquê. Depois entendi que eles pecam na modularidade, são mais do tipo ON/OFF, tudo ou nada, e consigo entender que isso deve ser chato no dia a dia. Freios no aro seguem bem comuns em bikes speed de entrada e em muitas outras. Tem suas vantagens pela leveza e simplicidade de manutenção, etc. Talvez eu tenha passado por uma experiência ruim por falta de regulagem adequada. De toda forma, escolhi pesquisar por bikes com freios hidráulicos. 


Bike híbrida ou speed é a parte final da história. Cheguei a dar uma pedaladinha numa speed usada de uma loja, era uma sense nem sei qual modelo, e foi rápido, o banco estava alto demais, então foi puro desconforto. E como no passado eu tive mtb de posição mais inclinada, e eu era essencialmente ciclista preguiçoso de passeio no plano, querendo conforto, minha tendência era querer pedalar na posição mais ereta voltada para conforto. Talvez para minha esposa, que tem educação física e elasticidade melhor que eu, continuei espiando as opções de speed. Pena que as speed com freios hidráulicos são modelos de preços intermediários e avançados, e isso dificulta as coisas. 


Eu tinha lido dois aconselhamentos bons e no entanto contraditórios. Um deles era: compre uma bike barata, talvez uma usada, e vá pedalar. Pedale, pedale muito, deixe passar um ou dois anos, e então veja se você realmente gosta mesmo disso e quer gastar mais dinheiro. Faz todo o sentido. O outro dizia o contrário: compre a melhor bike que seu orçamento permitir, a mais cara e bem equipada, porque se não fizer isso muito rapidamente você vai querer trocar por uma bike melhor e vai se arrepender de comprar algo simples demais. Bikes realmente boas custam mais caro, e bikes ruins tendem a atrapalhar a experiência e o prazer de pedalar.  Pra encarar algumas subidas uma bike boa e bem leve é muito melhor que uma bike pesada e inapropriada. Faz sentido também. 


Se eu fosse comprar bike speed, considerando o que li e assisti no youtube e tal, seria algo na linha que chamam de Endurance, com posição menos de corrida “race” e considerada um pouco mais para conforto. Nessa linha estão Specialized Roubaix, Cannondale Synapse, Trek Domane, Giant Defy, entre outras. Aí vem um tapa de realidade. A pandemia 2020 fez aquecer o mercado e neste momento é muito difícil achar para venda a bike que você gostaria. Estoques de bikes novas estão esvaziados, tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos. Encontrar uma no tamanho para minha esposa (48/49) mesmo entre usadas parece bem difícil. Com freios hidráulicos, e numa cor que ela goste, realmente difícil. No meu tamanho (56) também não tem tanta coisa por aí. E eu preferiria comprar uma bike 0km porque teoricamente poderia pagar por uma.  Mas bike zero km atualmente o que mais tem é “em falta”. Aqui entra uma outra questão curiosa. Com a internet é fácil ver o preço anunciado pelo fabricante nos Estados Unidos, e assim comparar com o preço praticado no Brasil. Alguns modelos da Cannondale (made in china) consegui ver com preços similares entre EUA e Brasil. Já as spz nas lojas específicas os valores praticados são bem mais salgadinhos. Como antigamente pré-pandemia eu as vezes ia pros Estados Unidos, dá pra pensar que se a diferença for muito grande mesmo eu cogitaria um dia comprar lá fora e trazer numa viagem. Quem sabe. 


Bom, fui pesquisar as bikes híbridas. Fitness é a categoria delas nos sites dos fabricantes. Interessante a proposta da Specialized com o modelo Sirrus. Achei uma página fora do catálogo com uma cinza que era linda. Só que na prática esse modelo foi substituído pela Sirrus X, que é uma versão com pneus bem maiores e coroa única, e isso era algo que eu queria evitar. Penso que duas coroas numa bike é o ideal, pois três coroas já me parece levar peso morto (ou leia-se está mais para mtb que para speed).  Li que muitas bikes speed de entrada saem com coroas 50/34 (depois vi um vídeo de duas moças que comentavam que preferem coroa 53 e que a 50 consideram muito leve - à não ser que você seja de Campos do Jordão - foi o que disseram) e eu estava cogitando algo híbrido perto disso. Foi então que vi e encontrei disponível para venda os Modelos Cannondale Quick 2 e Quick 3. Ufa. Coroas 48/32, perto do 50/34 das speed. Freios hidáulicos. Posição intermediária. Pneus não tão largos 700x35. Marca com boa reputação e boa revenda. E pintada numa cor prata linda demais. Desculpem, eu ligo sim para a cor e não quero uma bike esquisita aqui comigo. Tamanho L. Pronto, achei essa bike numa loja e posso voltar a pedalar! Paguei agora em Jan/21 R$ 5 mil, valor similar aos 950 dólares anunciados no site americano. Para a esposa não encontrei uma igual, e então encomendei uma Caloi City Tour Comp tamanho P que é uma bike meio rara de achar nova hoje em dia, e é considerada uma boa bike pra uso urbano e tal. Essa Caloi Comp vem com coroas 44/32/22 e cassete 11/34. Preferiria que fosse 48/32 como a Cannondale, mas por hora está bom também. Curiosamente no primeiro dia de pedalada dela o comentário foi que o guidão parecia muito baixo, portanto entendi que ela inicialmente queria uma posição mais ereta de conforto do que uma de desempenho (ao contrário do que eu tinha imaginado). E o futuro a Deus pertence. Não tenho a mínima ideia se ficarei mais tempo com essa Cannondale, ou se um dia terei uma speed ou uma elétrica. Continuarei lendo sobre esses modelos, mas bom mesmo é deixar tudo isso um pouco de lado e sair bastante pra pedalar. Fato é que estou bem contente por voltar ao pedal. 


Uma das questões que me levou à tantas dúvidas foi sobre tipo de uso. Não pretendo me limitar somente às ciclovias urbanas ou eventual subida do Alto da Boa Vista. Posso querer colocar duas bikes no carro e levá-las pra viajar e pedalar em outros lugares. Na minha época de 20 anos atrás eu não lembrava de ver rodas com quick-release e a facilidade de colocar a bike no carro. E nas regiões sudeste e sul do Brasil o que mais tem são áreas com muitos morros e variação de altitudes. Nessas horas dá pra querer pensar ou em speeds, ou em elétricas. Mundos totalmente opostos. Felizmente o Google Maps e o Strava são bons aliados para pesquisar novos passeios, altimetria, etc. Tem este vídeo de um rapaz de Cascavel mostrando uma bike elétrica usada pelo pai dele. Tem horas que fico com vontade de ser esse tio que consegue ir nas subidas sem se esfolar.  https://www.youtube.com/watch?v=Odg9b-62j3k - https://www.youtube.com/watch?v=Odg9b-62j3k Talvez mais pra frente com a idade chegando seja o caso mesmo. Por hora estou na idade das dúvidas sem fim. Perto dos 50 sei que não tenho a mesma disposição dos 20, mas acho que ainda dá pra pedalar bastante sem nenhuma assistência motorizada. 


E um último capítulo é a parte de escolher tudo que vem depois. Capacete, caramanhola, suporte, tranca, luva, óculos, ferramentas, porta-treco, bomba de ar, CO2, câmara reserva, vestimenta de ciclismo, etc. Tratei de pesquisar material de qualidade pois sei que vale o investimento. Talvez por eu não ter comprado duas Speed caras eu tenha me permitido uma folga pra comprar os acessórios todos sem muito estresse.  


Moral da história. Se você gosta de pesquisar e ler sobre bikes, pesquise sim porque ser uma pessoa bem informada faz bem. Tem um monte de coisas legais nos fóruns, no youtube, nos comentários do youtube, etc. Mas cuidado para não ficar só nisso. Vá pedalar, com qualquer bike que seja. 


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gm1987 Ver Drop Down


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hurry-gurits Ver Drop Down
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são paulo
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Esperando virar série, aí depois que dividir em capítulos, vou no último e entendo a série inteira..
Mas se quiser fazer um bolo de fubá, segue a receita:

INGREDIENTES
1 ½ xícara (chá) de fubá mimoso
1 xícara (chá) de farinha de trigo
2 xícaras (chá) de açúcar
4 ovos
1 xícara (chá) de óleo
1 xícara (chá) de leite
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 colher (sopa) de sementes de erva-doce
1 pitada de sal
manteiga e farinha de trigo para untar e polvilhar

MODO DE PREPARO
Preaqueça o forno a 180 ºC (temperatura média).
Com um pedaço de papel toalha (ou pincel), unte com manteiga uma fôrma de bolo, com furo no meio, de 25 cm de diâmetro - tente fazer uma camada bem fina. Polvilhe com farinha e chacoalhe bem para espalhar. Bata sobre a pia para retirar o excesso.
Numa tigela separada, quebre um ovo de cada vez e transfira para o copo do liquidificador - se um estiver estragado você não perde toda a receita. Junte o óleo, o açúcar e o leite. Bata até ficar liso, por cerca de 5 minutos.
Transfira a mistura para uma tigela grande. Junte o fubá e a farinha, passando pela peneira. Com um batedor de arame, mexa delicadamente até a massa ficar lisa. Por último misture o fermento, as sementes de erva-doce e o sal.
Despeje a massa do bolo na fôrma untada e nivele com uma espátula. Leve ao forno preaquecido e deixe assar por cerca de 30 minutos. Para saber se o bolo está assado: espete um palito na massa, se sair limpo é sinal que o bolo está pronto; caso contrário, deixe por mais alguns minutos até que asse completamente.
Retire do forno e deixe esfriar por 15 minutos antes de desenformar. Sirva em temperatura ambiente.
NÃO DEIXE ESTRAGAR
Corte o bolo em fatias individuais e leve ao congelador numa assadeira até endurecer. Depois, coloque em saquinhos plásticos e armazene no congelador. Para descongelar, coloque as fatias ainda congeladas na torradeira, no forno, no microondas ou deixar por algumas horas na geladeira.
Obrigado.

Editado por hurry-gurits - 21 Jan 2021 as 15:57
scott single track 95 cromo
khs 204 full 2012 - R.I.P.
khs sixfifty 2500 - 2014
Mongoose XR PRO - 2016
GT Sanction Pro - 2015
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Levi Ver Drop Down


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haaaaaaaahahahaahahahahahaha

em breve no netflix... hahahahahahaha

valeu!!!

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gm1987 Ver Drop Down


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Sério, agradeço sua dedicação em partilhar seu conhecimento e experiência... Mas da forma que foi redigido, não é adequada para um fórum de internet.
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Levi Ver Drop Down


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Beleza. Mas por que você considera não adequado? Foi porque o texto foi maior do que o que você gostaria? Não entendi. Tem como mandar MP pra mim? Se quiser pode mandar. 
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gm1987 Ver Drop Down


Registrado: 12 Jun 2019
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Pq em fórum se posta tópicos de discussão, pequenos fragmentos. Seu texto caberia mais a um artigo, uma matéria de portal de ciclismo...

Além disso, a fonte diminuta prejudica a leitura. 
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paulochapolin Ver Drop Down
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Registrado: 11 Fev 2021
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (1) Obrigado!(1)   Citação de paulochapolin Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 11 Fev 2021 as 11:17
Li 1/3 do texto, mas entendi que vc procurar uma hibrida e tá levando em consideração a Specialized Sirrus.
Pesquisei em dez/2020 e decidi comprar uma Cannondale Quick Disc 2 (a laranjinha). É uma puta bike. Muito leve e ágil.
Com Grupo SORA e freios hidráulicos.
Gostei tanto que comecei a usá-la na estrada e tem se saído muito bem.
Hoje comecei a procurar uma maneira de trocar o guidão reto por um drop pra deixá-la ainda mais speed.
O quadro tem uma geometria incrível, igual a de uma speed. Coloquei uma fita antifuros e depois de 800km rodando na cidade e 300km na estrada não furou nenhuma vez.
Essa bike tá uns R$ 6k, mas pagando a vista vc consegue uns 500 reais de desconto.
Recomendo muito!
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Levi Ver Drop Down


Registrado: 10 Jan 2021
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Originalmente Postado por paulochapolin paulochapolin Escreveu:

Pesquisei em dez/2020 e decidi comprar uma Cannondale Quick Disc 2 (a laranjinha). É uma puta bike. Muito leve e ágil.
Hoje comecei a procurar uma maneira de trocar o guidão reto por um drop pra deixá-la ainda mais speed.
O quadro tem uma geometria incrível, igual a de uma speed. Coloquei uma fita antifuros e depois de 800km rodando na cidade e 300km na estrada não furou nenhuma vez.

Paulo vc não é o baterista famoso não? Porque se for acho que te conheço. heheheh. 

Eu vi a Quick 2 na loja, mas não era do meu tamanho. Comprei a Quick 3, prata, bem bonita. 

Entendo sim que dá vontade de fazer upgrades, estudar sobre rodas, pneus, vc falou aí de guidão, etc.

Mas no meu caso resolvi chutar o balde e pegar outra bike. Li bastante sobre as Speed do tipo endurance e resolvi pegar uma. 

PS. Sua Quick 2 veio com pneus 32 ou 35? Na loja que vi a QUick 2 estava com 35, mas na ficha do site acho que era 32, se não me engano. 
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