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Livro: A vida por outros caminhos

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Nelson Neto Ver Drop Down
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    Enviado: 05 Abr 2017 as 19:08
Olá amigos. É com enorme felicidade que eu compartilho com vocês o lançamento do livro: A vida por outros caminhos: as expedições de bicicleta que mudaram uma história. A obra aborda as experiências vivenciadas na estrada, os inúmeros aprendizados, reflexões, muita história e um novo estilo de vida em uma década sobre duas rodas.

Adquira o seu: www.cicloturismoselvagem.com.br/2017/02/livro.html

SINOPSE:

Em 2016 Nelson Neto completou 10 anos no incrível e surpreendente universo do cicloturismo. Com uma simples bicicleta e poucos recursos, o professor de História transcendeu a sala de aula quando ainda era apenas um universitário e conheceu com os seus próprios olhos aquilo que até então só havia visto nos livros e o que ainda não estava registrado. Para se aproximar da realidade das pessoas e dos lugares, Nelson renunciou a muitas coisas, porém não perdeu; pelo contrário, ganhou. O novo estilo de vida apresentou caminhos inimagináveis que mudaram a sua história. Em uma década pedalou mais de 60 mil quilômetros por nove países da América do Sul e 20 estados brasileiros. Mas as suas conquistas não se resumem a expressões numéricas. Os aprendizados, experiências e superações vivenciadas ao longo dos cinco primeiros anos da sua trajetória são o que norteia o leitor neste primeiro volume repleto de histórias marcantes, divertidas e emocionantes. O cotidiano na estrada, as reflexões, sentimentos e oportunidades são relatados detalhadamente em um livro que busca compartilhar “A vida por outros caminhos”. 

DETALHES DA OBRA: 

Título: A vida por outros caminhos
Subtítulo: As expedições de bicicleta que mudaram uma história
País de origem: Brasil
Idioma: Português
Edição: 1
Ano: 2017
ISBN: 9788556971494
Acabamento: Brochura
Formato: 16,00 x 23,00 cm
Peso: 0,60 kg
Nº de páginas: 420
Valor: R$ 39,90
Frete fixo: R$ 10,00




Editado por Nelson Neto - 05 Abr 2017 as 19:14
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lucasguilima Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (1) Obrigado!(1)   Citação de lucasguilima Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 06 Abr 2017 as 08:46
Parabéns pelo lançamento, tendo uma graninha vou comprar para prestigiar a obra.

Qual foi a historia mais interessante pra voce?
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Nelson Neto Ver Drop Down
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Muito obrigado, Lucas. Qualquer dúvida basta entrar em contato que estou à disposição. 

Em relação à sua pergunta, que difícil, rs. Foram tantas histórias marcantes durante todos esses anos que fica extremamente difícil (e injusto) escolher apenas uma, pois cada uma tem um significado diferente e especial. Talvez a história mais interessante desses dez anos na estrada seja a mudança que o cicloturismo proporcionou na minha vida após as renuncias realizadas para poder estar na estrada .. iniciativas que pouco a pouco me levaram a caminhos cada vez mais distantes e inimagináveis, como por exemplo, conhecer outros países, fazer amizades verdadeiras, aprender um outro idioma e conhecer, inclusive, um novo amor.. sim.. conheci a minha esposa em Manaus durante a expedição realizada em 2012-13 e que foi compartilhada aqui no site. Hoje, não sei como seria a minha vida se eu não tivesse entrado nesse incrível universo do cicloturismo.

Espero que compreenda a resposta. :)

Grande abraço.
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LuizArthur Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (1) Obrigado!(1)   Citação de LuizArthur Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 07 Abr 2017 as 08:58
Parabéns Nelson! Fiquei muito feliz em saber do lançamento do seu livro. Infelizmente como não tenho Facebook não sabia que haveria lançamento aqui em Curitiba mesmo . Ouch
Já vou garantir o meu ! LOL

Grande abraço e muitas pedaladas pra você.

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Nelson Neto Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de Nelson Neto Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 10 Abr 2017 as 18:08
Olá Luiz. Quanto tempo meu caro, tudo bem? Que felicidade receber a sua mensagem. Muitíssimo obrigado pelas palavras e a aquisição do livro. Amanhã mesmo seu exemplar será postado nos Correios e em poucos dias estará em mãos. Imediatamente após o envio mandarei o código de rastreamento para você acompanhar a entrega. E desde já desejo uma excelente viagem literária por esse nosso incrível universo do cicloturismo. Sem dúvida você vai se identificar com muitos lugares e histórias mencionados no livro, principalmente na expedição para o Chile com a inesquecível passagem pela Cordilheira dos Andes e o lendário Deserto do Atacama. 

Em relação ao lançamento em Curitiba, foi uma pena mesmo.. realizei no excelente espaço da Aorta Bike Café.. foi muito bom, inclusive reencontrei os meus velhos amigos de viagem.. entre eles o Aramis e o João Paulo. Em breve voltarei para realizar uma nova palestra. A partir de agora disponibilizarei a agenda aqui no site também, aguarde. Vamos nos falando.

Grande abraço, Luiz. 
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de Nelson Neto Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 12 Abr 2017 as 17:13
Salve, salve, amigos..

Lucas e Luiz.. passando para avisar que o exemplar de vocês já foi enviado e em poucos dias estará em mãos, aguardem. 

Abraços.
Nelson Neto - http://cicloturismoselvagem.com.br
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Olá amigos.


Aproveitem o Dia Mundial do Livro para adquirir a mais recente obra sobre o surpreendente e fascinante universo do cicloturismo: A vida por outros caminhos - as expedições de bicicleta que mudaram uma história.

As descobertas da primeira viagem de bicicleta; os desafios e superações na estrada; as aventuras no Brasil, Paraguai, Argentina, Chile e Uruguai; a passagem pela Cordilheira dos Andes; a travessia no Deserto do Atacama; a chegada no Oceano Pacífico; as belezas do litoral brasileiro; as histórias da Estrada Real; acampamentos selvagens; amizades verdadeiras; e um novo estilo de vida.



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ajunior Ver Drop Down


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Nelson,
Recebi o livro e já li, parabéns pela obra, muito bom os relatos, experiências incríveis. Espero o próximo volume. Você fez a volta pela America do Sul? alguma outra prevista?
Antonio Alcyone
Junior
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Olá Antonio. Tudo bem? Muito obrigado pelas palavras e por esse importante retorno. Fico extremamente feliz em saber que gostou do primeiro volume, inclusive para eu poder continuar por esse mesmo caminho para concluir o segundo volume que também abordará a volta pela América do Sul, finalizada em 2013 após 1 ano e 2 meses na estrada, totalizando 21 mil km e inúmeras histórias.

A próxima viagem provavelmente será no ano que vem. A minha esposa e eu queremos fazer o Caminho de Santiago. Por enquanto estamos divulgando o livro pelo Brasil com o objetivo de compartilhar esse estilo de vida com mais pessoas ainda.

A gente vai se falando, Antonio. Aviso quando lançar o segundo volume.

Grande abraço.
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O ano? 2008. O local? O deserto mais árido do mundo: O Deserto do Atacama no Chile. A situação? Uma subida inesperada de aproximadamente 30 quilômetros no meio do nada, absolutamente nada. Sem casas, restaurantes, postos de combustíveis ou qualquer vestígio de civilização. Na bagagem apenas muita água e nada de comida por mais de 100 quilômetros, afinal ninguém esperava o monstruoso aclive e tampouco o incrível vento contra que apareceu quando a reta interminável substituiu a subida insana e colocou o pedal em um nível inimaginável. O desfecho dessa história e muitas outras você encontra no livro "A vida por outros caminhos: as expedições de bicicleta que mudaram uma história"

Ainda não adquiriu o seu exemplar? Reserve agora mesmo: http://www.cicloturismoselvagem.com.br/2017/02/livro.html

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Acampar é uma realidade muito comum para quem viaja de bicicleta, principalmente para aqueles que procuram economizar com hospedagem. Mas montar a barraca requer cuidados especiais para conseguir o merecido e necessário descanso após um longo dia de pedal. Nos últimos dez anos foram muitas experiências e aprendizados em acampamentos nos mais diferentes lugares: camping, postos de combustíveis, borracharias, ginásios, escolas e restaurantes abandonados, propriedades rurais e muitos outros que, além da economia, proporcionaram histórias realmente inacreditáveis em que foi preciso vencer o medo, a imaginação, animais furiosos, pessoas desconhecidas e a força da natureza. Todas essas histórias estão no mais recente livro de cicloturismo: A vida por outros caminhos. Saiba mais e adquira o seu exemplar agora mesmo: http://www.cicloturismoselvagem.com.br/2017/02/livro.html

 



Editado por Nelson Neto - 30 Mai 2017 as 19:03
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jamesalarcao Ver Drop Down
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Nelson possui versão para kindle (ebook)?
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Nelson Neto Ver Drop Down
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Olá James. Tudo bem? Por enquanto é possível adquirir apenas a versão impressa, mas em razão da quantidade de pedidos, estudo a possibilidade de fazer a versão digital em breve. Assim que houver novidades eu aviso aqui, combinado? Grande abraço.
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Rafhaway Ver Drop Down


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Putz só vi agora esse tópico não sabia que tinha lançado o livro ainda.   Acompanhei todos os relatos pelo blog e agora espero adquirir o livro também.

Parabéns pela publicação demorou um bocadinho mas felizmente saiu.   Já indiquei seu blog para muitos amigos.  


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Nelson Neto Ver Drop Down
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Muito obrigado, Rafhaway. É sempre muito bom reencontrar os amigos que viajaram comigo no diário de bordo. Você nem imagina a diferença que esse apoio faz na estrada. :) 
Em relação ao livro, o projeto ficou muito maior do que eu imaginava inicialmente e por isso a conclusão precisou de mais tempo e dedicação. Espero que curta a leitura e cada quilômetro dessas jornadas sobre o nosso surpreendente universo do cicloturismo. Qualquer dúvida, basta entrar em contato. Abração
Nelson Neto - http://cicloturismoselvagem.com.br
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Nelson Neto Ver Drop Down
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INVERNO. Nos últimos dias ele ficou rigoroso em algumas regiões do país e deixou muita gente tremendo de frio. A temperatura baixa me fez lembrar as expedições de bicicleta em que entrei, literalmente, numa fria por vários motivos. A primeira experiência ocorreu na Cordilheira dos Andes em 2008. Na fronteira entre Argentina e Chile o acampamento foi montado em uma altitude acima dos 4 mil metros. Tudo estava relativamente normal, pelo menos até o momento em que o vento e a chuva apareceram. A dupla mortal nos Andes despencou ainda mais a temperatura e tornou a noite inesquecível. Sem isolante térmico, colchão inflável e saco de dormir, meu corpo não parou de tremer durante a noite inteira, pois o simples cobertor não foi suficiente para me manter aquecido naquele ambiente assustador. O aprendizado aconteceu e fui mais bem preparado para a Expedição de Inverno que ocorreu no mês de julho de 2010. O relevo não se comparava com aquele da cordilheira, mas isso não deixou a situação mais confortável. Pedalar pelo PR, SC, RS, Uruguai e Argentina também foi um grande desafio, sobretudo, porque a chuva não parou durante os três primeiros dias e o inverno no Sul do Brasil mostrou porque não pode ser subestimado. Os detalhes destas e outras histórias você encontra no mais recente livro de cicloturismo: A vida por outros caminhos. Saiba mais:

 

http://www.cicloturismoselvagem.com.br/2017/02/livro.html



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PALESTRAS

Amigos, após a publicação do livro “A vida por outros caminhos” em fevereiro de 2017, foi iniciada a fase independente de divulgação e lançamento da obra pelo Brasil. Com o objetivo de compartilhar o conhecimento adquirido em dez anos de cicloturismo, a oportunidade tem sido aproveitada para a realização de palestras – destinadas para todos os públicos – que também apresentam as experiências, aprendizados e histórias vivenciados neste surpreendente estilo de vida sobre duas rodas. 

Saiba mais sobre o projeto e como levá-lo facilmente para a sua cidade/evento. Acesse: http://www.cicloturismoselvagem.com.br/2017/07/palestras.html

Aguardo o seu contato. Espero encontrá-los em breve.


Nelson Neto - http://cicloturismoselvagem.com.br
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Nelson Neto Ver Drop Down
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O ano? 2010. A situação? Recém-formado após seis anos de muito estudo, estava na hora de realizar um antigo sonho: morar na praia. A mudança (de bicicleta) de Foz do Iguaçu (PR) para Florianópolis (SC) também viabilizaria a viagem sobre duas rodas para Machu Picchu no Peru. Mas para chegar ao litoral faltava um detalhe básico: dinheiro. Sem um tostão no bolso, como fazer uma viagem para outro estado? Como pedalar mais de 1000 km sem dinheiro para comida, hospedagem e outras despesas? E se não havia um centavo para essas questões, como me manteria no destino final? Seria possível realizar esse sonho? As respostas você encontra no mais recente livro de cicloturismo: A vida por outros caminhos: as expedições de bicicleta que mudaram uma história.

Acesse e adquira o seu exemplar agora mesmo:

Para facilitar a aquisição, disponibilizamos várias formas de pagamento, inclusive cartão de crédito com a possibilidade de parcelamento, aproveite.


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wust2017 Ver Drop Down


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Acabei de fazer o depósito e enviar email com dados para envio. Depois se possível gostaria de receber uma dica sua de um roteiro de MTB de 1 semana pela Argentina, o que vc recomendaria.
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Nelson Neto Ver Drop Down
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Olá Pablo. Tudo bem? Acabei de confirmar o pagamento, tudo certo. Muitíssimo obrigado pela aquisição. Amanhã mesmo enviarei seu exemplar. Assim que realizar a postagem lhe envio o código de rastreamento emitido pelos Correios, combinado? Em relação ao roteiro na Argentina, eu tenho um preferido que está relatado no livro, mas se você preferir posso falar a respeito dele aqui, não tem problema. :) 

Grande abraço.

Atenciosamente,

Nelson Neto
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elton40 Ver Drop Down
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Fala logo aqui mesmo, Nelson kkkkkk
Vários cicloturistas (e você sabe melhor que a maioria) se inspiram em qualquer cicloviagem bem relatada, ainda mais acompanhada de dicas de trajeto. 
Abraços

XAMÃ * TREK 3700 - TROLLER

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Nelson Neto Ver Drop Down
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Buenas Elton. Beleza? Eu só não queria estragar a surpresa do livro, rs. Em todo caso, deixarei meu trajeto preferido na Argentina. Para o período de uma semana, é possível até mesmo chegar em São Pedro de Atacama no Chile. Neste caso, a saída é em São Salvador de Jujuy (mas pode ter como referência a cidade de Salta) seguindo para Purmamarca, onde tem o incrível Monte das Sete Cores, depois o próximo ponto de parada é em Salinas Grandes, um enorme deserto de sal. Na sequência, Susques, último povoado antes da fronteira com o Chile. A divisa entre os dois países é um ponto de parada neste roteiro. Da fronteira até San Pedro de Atacama você pode fazer em dois dias se achar necessário, porém não há nada pelo caminho. Vale lembrar que todo esse trajeto é realizado na Cordilheira dos Andes que deixa a paisagem ainda mais surpreendente. Fica a dica! ;) 

Abraço.

Atenciosamente,

Nelson Neto
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Novembro chega com novidade. Agora o livro impresso está com desconto para a compra online. A promoção é uma campanha para terminar o estoque até o final do ano e viabilizar a escrita do segundo volume que continua a partir de janeiro de 2018. Aproveite para adquirir o seu exemplar e também presentear amigos e familiares, afinal, as festividades estão chegando e a promoção é por tempo limitado.

Saiba mais e reserve o seu:


Editado por Nelson Neto - 05 Dez 2017 as 21:43
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A primeira vez acima dos 4 mil metros de altitude. Frio, chuva, paciência, muitas bolachas e inesperados encontros na Cordilheira dos Andes. (Trecho do livro: A vida por outros caminhos)

Desde criança escutei profecias que, quando a gente morria, o céu era o nosso destino. No entanto, se naquele momento eu não “avoava” em um pássaro gigante, como diria um sábio matuto em referência a uma aeronave, tudo levava a crer que eu estava morto, mas morto morria e eu ainda enxergava, ouvia e sentia. Muito vivo, acabava de encontrar uma forma de chegar ao céu sem precisar passar para o “outro lado”. Deveria ser uma espécie de premiação por não sucumbir no inferno. Meio confuso e incrédulo, eu pestanejava na intenção de averiguar se não era traquinagem da imaginação. Não! A combinação climática e a altitude ofereciam a incrível sensação de pedalar literalmente nas nuvens. A resistência, paciência e a fé me levaram do inferno ao céu.

A descoberta do caminho para chegar ao céu estava feita, mas ainda faltava alcançar e falar com Deus. Eu tinha conhecimento sobre a sua onipresença, porém, com sabedoria, Ele escolheu “as alturas” para observar melhor o seu rebanho. A visão era privilegiada. Na prática, isso significava que havia “degraus” na direção do andar superior e eu precisava completar essa escalada para uma conversa particular na casa do anfitrião. Encontrava-me feliz e assustado. O que diria em um provável encontro? Existia alguma coisa a dizer?

A escalada começou misteriosa e lenta por um caminho silencioso, árduo e tortuoso em seu sentido mais literal. O percurso foi gradativamente ocupado pela névoa intensa que passou a dificultar a visualização da estrada e a composição do vale que separava Lipán de outras montanhas. A equipe também desapareceu rapidamente do meu campo de visão. O distanciamento, no entanto, aconteceu porque cada um completaria a subida no seu ritmo. A decisão em conjunto me deixou sozinho na “lanterna”.

No início procurei pedalar sem pressa para completar a subida colossal. Eu poderia acompanhar o Aramis, mas a tentativa forçaria demais o corpo e a bicicleta. Assim, esperava confirmar o ditado que diz: devagar se vai ao longe. A princípio, a estratégia de empregar o meu ritmo evitou paradas frequentes, contudo a dificuldade aumentava conforme a altitude ficava maior. A sinuosidade não terminava e a névoa se transformava em chuva. A temperatura diminuiu e exigiu a utilização da jaqueta grossa que me ajudou a não ficar encharcado e congelado. Em meio a esse cenário, eu procurava “eternizar” os desafios da peregrinação à casa do Pai, quando a máquina fotográfica voltou a indicar a pilha
fraca. No ambiente escuro, cada clique ativava o flash e consumia mais energia. Fiquei sem poder registrar como gostaria. A chuva misturada com a névoa, e vice-versa, também impossibilitava enxergar muita coisa à minha frente.

Eu não visualizava quase nada, mas sentia que a subida ficava cada vez mais íngreme e não terminava. A nebulosidade me impedia de enxergar qualquer horizonte, todavia eu conseguia imaginar o abismo lateral e cuidava para não o visitar. O movimento de veículos era muito limitado com aquelas condições, porém um automóvel com placa paraguaia apareceu e diminuiu a velocidade para me acompanhar. Os passageiros – atônitos e boquiabertos – perguntaram se estava tudo bem e, rapidamente, questionaram a minha procedência e o destino. Mesmo ofegante não deixei de respondê-los. A dificuldade na respiração era consequência do ar rarefeito e, sobretudo, da temperatura extremamente baixa. Enquanto eu falava e pedalava, notava como aqueles olhares perplexos passavam a impressão de que estavam cara a cara com um suicida e, sem saberem como se comportar, pareciam implorar: venha conosco, você ainda é muito jovem. O pedido não aconteceu, caso contrário, agradeceria e prontamente recusaria.

Angustiante. A cada cem metros eu realizava uma pausa para recuperar as energias, mas com o avanço e a inclinação maior, essa distância começou a diminuir. Às vezes não conseguia pedalar dez metros sem um novo descanso para respeitar os pedidos do corpo. No entanto, por questão de honra, não empurrava a bicicleta. A subida não acabava, contudo, cada metro era pedalado, mesmo com o frio ainda mais rigoroso devido à provável aproximação dos últimos degraus e a chuva que não sinalizava nenhuma trégua. Em um determinado momento encostei a bicicleta – no guardrail que separava a estrada do precipício – para comer as bolachas e levantar o moral. A ocasião possibilitou enxergar
um pouco melhor a margem da rodovia e seu abismo assustador. Procurei não me intimidar e comecei a pensar na minha vontade de alcançar aquela extremidade que era superior a qualquer sentimento de medo.

Enquanto eu completava mais uma curva inclinada, a audição notou a aproximação de outro veículo. Fiquei atento e pedalei o máximo possível na lateral da estrada para não ser atropelado, afinal o nevoeiro também comprometia a visibilidade dos motoristas. Porém nenhum automóvel me ultrapassou e o meu coração bateu ainda mais acelerado. Por que o condutor reduziu a velocidade? Tinha acontecido uma falha mecânica? Os integrantes preparavam alguma estratégia infalível para me abordar naquele local ermo? Infinitas suposições surgiram na cabeça e, quando eu levantava uma nova hipótese, olhei instintivamente para trás e fui surpreendido. Uma van se deslocava lentamente com um indivíduo pendurado na janela do passageiro. Ele carregava um objeto nas mãos e apontava na minha direção. Quando identifiquei o que o elemento portava, era tarde demais. A sua arma disparou. A câmera fotográfica profissional registrava meu imenso esforço para vencer a temida montanha. A pessoa certamente se surpreendeu ao avistar um ciclista debaixo de chuva e frio em uma subida quilométrica e com a bicicleta sobrecarregada. O rapaz me parabenizou e seguiu viagem. O susto passou e restou a enorme curiosidade em saber como ficou aquela imagem.

O último degrau. Após horas de escalada pela montanha, reparei que não havia mais para onde subir. Avancei poucos metros e, com enorme felicidade, encontrei um marco informativo que confirmava a minha suspeita: finalmente estava no topo da Cuesta de Lipán, na porta da casa de Deus. Emoção indescritível. Eu me encontrava – pela primeira vez na vida – a uma altura de 4.170 metros acima do nível do mar, precisamente em: Altos Del Morado, Ruta 52, na província de Jujuy, noroeste da Argentina.

Ainda permanecia nublado e a visibilidade continuava prejudicada enquanto eu procurava, sem sucesso, trocar a posição das pilhas na máquina fotográfica para ressuscitá-la e garantir, pelo menos, um registro imperdível da grande vitória. Foram diversos meses e milhares de quilômetros em treinamentos e inúmeras renúncias para conseguir superar obstáculos como aquele. Particularmente, considerava uma conquista que merecia e precisava ser gravada, no entanto a mudança das pilhas não resolveu o problema. Recusava-me sair do local sem uma fotografia. Desesperado, coloquei as pilhas descarregadas no dia anterior, mas a máquina, claramente, não funcionou. Eu não era Deus! Deus? Afinal, onde Ele estava? Por que não me recepcionou em sua casa?

Luz! Eu continuava sozinho – acima dos quatro mil metros e quase morto de frio – na tentativa frenética e frustrada de fazer a máquina funcionar, quando, milagrosamente, dois veículos apareceram, estacionaram fora da estrada e seus ocupantes resolveram registrar aquela imagem que eu não conseguia realizar no marco informativo. Para a minha surpresa, os viajantes tinham procedência brasileira. O sotaque mineiro não deixava nenhuma dúvida. Todavia, ninguém acreditava no encontro inesperado. A temperatura baixa novamente abreviou os diálogos, contudo não impediu a curiosidade de uma mulher assustada que perguntou se eu não passava mal com a altitude. Mencionei que, na medida do possível, a situação estava sob controle e a canseira era somente consequência da escalada quilométrica e demorada. A resposta surpreendeu a jovem compatriota, porque ela sofria os efeitos primários causados pelo “mal da altitude”. A moça aparentava muito desconforto naquele ambiente, mas mesmo assim não hesitou em emprestar as suas pilhas e garantir o meu desejado registro fotográfico. No final justificou, sem necessidade, que não poderia me presentear as únicas pilhas à disposição. A explicação foi irrelevante para quem estava extremamente feliz pela “coincidência” de passarem no local, justamente, quando mais se precisava. Grato, desejei melhoras e boa viagem.

Os brasileiros foram embora, mas eu fiquei um pouco mais para apreciar e saborear aquele momento sublime. Após cinco horas debaixo de chuva e quase trinta quilômetros de subida, meu corpo se encontrava cansado, molhado e congelava a cada segundo; contudo, meu coração efervescia em razão da emoção incontrolável e imensurável que clamava para ser compartilhada. Procurei dividi-la, mas não encontrei ninguém. Assim, voltei à estrada e comecei a chorar. Tentei, em vão, segurar as lágrimas que não significavam somente a felicidade conquistada pela superação, elas representavam a minha conversa particular com Deus. Não precisei dizer uma palavra para agradecê-lo.






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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de Nelson Neto Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 12 Dez 2017 as 21:28
Essa é a "Magrela Guerreira", uma bicicleta de ferro e apenas 18 marchas - comprada, acredite, em uma loja de móveis em 2003. Apesar da sua simplicidade, ela foi a bicicleta da minha primeira viagem e me levou muito longe. A maior expedição em sua companhia foi para o Oceano Pacífico no Chile (2.420 km), passando pela Cordilheira dos Andes e o Deserto do Atacama. Nesta aventura inesquecível com subidas quilométricas e estradas desafiadoras ela fez jus ao seu nome e não me deixou na mão em nenhum momento. O seu comportamento significava que não era preciso - obrigatoriamente - ter uma bicicleta sofisticada com equipamentos modernos e, infelizmente, caros. O mais importante era ter CONFIANÇA naquilo que estava à disposição. E ela, a confiança, foi conquistada após algumas peças trocadas e diversos treinamentos em que a bicicleta não apresentou qualquer problema nos mais variados terrenos e condições. Assim, eu conhecia a minha companheira e o que ela aguentaria na estrada. Dessa maneira, seguimos juntos a outros destinos em expedições surpreendentes. A Magrela Guerreira chegou a completar 16 mil km com a mesma configuração, um milagre para quem não a conhecia. Após muitos anos e o desgaste das peças ela não é mais a mesma, mas ainda é utilizada em deslocamentos urbanos e continua com grandes lições.

As expedições em que a Magrela Guerreira participou estão relatadas no livro "A vida por outros caminhos" que pode ser adquirido no seguinte endereço:


Qualquer dúvida, basta entrar em contato que estou à disposição


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Quer viajar em 2018 e não sabe como? Conheça o livro "A vida por outros caminhos" e veja como é possível descobrir um mundo diferente com apenas uma simples bicicleta. Você vai se surpreender!

A obra aborda as descobertas da primeira viagem de bicicleta; os desafios e superações na estrada; as aventuras no Brasil, Paraguai, Argentina, Chile e Uruguai; a passagem pela Cordilheira dos Andes; a travessia no Deserto do Atacama; a chegada no Oceano Pacífico; as belezas do litoral brasileiro; as histórias da Estrada Real; acampamentos selvagens; amizades verdadeiras; aprendizados; e um novo estilo de vida.

Reserve seu exemplar:






Editado por Nelson Neto - 02 Jan 2018 as 19:55
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Oi Nelson,vou comprar o livro, é pagar e te comunicar, qual o valor?
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Olá. Obrigado pelo contato. O valor do livro é R$ 39,90 e o frete fixo para todo o território nacional é R$ 10,00. Assim que realizar o pagamento, basta me avisar que faço o envio logo na sequência. Combinado? Grande abraço.
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Nelson, depositei hoje para compra do livro, te mando MP com os dados para envio. O livro A vida por outros caminhos, tô no aguardo. 


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Olá Hugo. Primeiramente, muitíssimo obrigado pela aquisição do livro. A obra foi enviada hoje pelos Correios e em poucos dias estará em mãos. O código de rastreamento para você acompanhar a entrega será enviado na sua caixa de mensagem. Qualquer dúvida, basta entrar em contato. Grande abraço e uma excelente leitura. ;)
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A solidão pode ser um motivo determinante para muita gente não realizar uma viagem de bicicleta, afinal, nem sempre os amigos podem acompanhar. Mas será que pedalar sem companhia realmente significa solidão e uma razão para sentir-se inseguro e impedir a partida?

Entre as expedições apresentadas no livro "A vida por outros caminhos" é possível observar que uma viagem solitária também pode ser uma experiência incrível, pois a estrada dificilmente deixará você sozinho (a). Serão pessoas, animais, pensamentos, lembranças e uma infinidade de acontecimentos surpreendentes em seu caminho. E isso, sem dúvida, tornará a sua jornada inesquecível e com histórias que deixarão os amigos com vontade de acompanhá-lo na próxima aventura. Permita-se e descubra esse universo do cicloturismo.

Conheça “A vida por outros caminhos” e inspire-se:


Foto: BR 101 no Rio Grande do Sul


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