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BIKES LEVES POR QUE ?

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Giordano Dal Bianco Ver Drop Down


Registrado: 23 Jul 2008
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Meu Deus...encher com agua ou areia....comparar caminhao com carro de passeio.....carro cheio com carro vazio...sera que alguem pode falar algo do tipo...EU USEI o tipo de combinaçao que voce diz e nao vi nada de melhor em rodas UM POUCO (no maximo 800grs e nao 5kg) mais pesadas rodando no plano...e sobre o Cavendish...deve ter umas 30 mesas e guidoes mais leves do que ele usava...incluindo a q ele usa hj...entao se peso fosse tudo como alguns defendem isso seria relevante...mas..deixa quieto...melhor eu voltar p estrada do que ficar no PC tentando discutir com alguem que fala p encher as rodas com areia...Wink
e mi alzo sui pedali...
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radMG Ver Drop Down
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Pra quem teve preguiça de ler o tópico O Recorde da Hora, segue um post do usuário tbortolotto

Originalmente Postado por tbortolotto tbortolotto Escreveu:

Uma coisa que as vezes fico pensando é no peso da bike. Parece que não existe um limite pra isso. A de Merckx em 72 pesava cerca de 5.5 Kg enquanto a do Sosenka tinha 9.8 Kg (3.2 Kg só em rodas!!). A bike mais pesada tem mais inércia e por isso manteria mais o embalo. Confere isso Arnaldo?


Ou seja o ATUAL recordista mundial da Hora utulizou rodas de perfil BAIXO pesando 3.2 Kg ao inves de rodas Zipp de 1.2 Kg.
Mas esse tal de Sosenka e sua equipe devem ser uns burros que não entende nada de física e deveriam ler o forum pedal.com.

Sosenka, SABE DE NADA INOCENTE. 


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elgleidson Ver Drop Down
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Originalmente Postado por Giordano Dal Bianco Giordano Dal Bianco Escreveu:

Meu Deus...encher com agua ou areia....comparar caminhao com carro de passeio.....carro cheio com carro vazio...sera que alguem pode falar algo do tipo...EU USEI o tipo de combinaçao que voce diz e nao vi nada de melhor em rodas UM POUCO (no maximo 800grs e nao 5kg) mais pesadas rodando no plano...e sobre o Cavendish...deve ter umas 30 mesas e guidoes mais leves do que ele usava...incluindo a q ele usa hj...entao se peso fosse tudo como alguns defendem isso seria relevante...mas..deixa quieto...melhor eu voltar p estrada do que ficar no PC tentando discutir com alguem que fala p encher as rodas com areia...Wink


Cara, primeiro tu se contradiz e segundo: tu leu (realmente leu, entendeu, compreendeu) o que eu falei sobre o Cavendish? Aliás, tu leu o que eu disse sobre encher com areia? Tu vem pra cá defender peso, depois diz que é peso nas rodas, depois compara 2 bikes diferentes em geometria e aerodinâmica pra dizer que a bike mais pesada é melhor. Eu vou te fazer um favor e parar por aqui. Bons pedais com rodas super pesadas que embalam mais. Só reze para sempre pedalares no plano ou descida.
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Giordano Dal Bianco Ver Drop Down


Registrado: 23 Jul 2008
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de Giordano Dal Bianco Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 20 Abr 2014 as 19:14
Desde o começo to dizendo que minha questao era peso nas rodas....e como postaram ai em cima...tem muita gente que poderia dar aula p quem fez a bike do Sosenka que alias devem serem burros p caramba....sobre o Cavendish e a mesa..NAO critiquei a escolha dele e sim dei como exemplo de q peso nao é tao vital em alta velocidade e que rigidez em muitos casos se sobrepoe em importancia ao peso...e por isso comparei as bikes...que sao duas TCR advanced 2005 e uma 2013....mesma geometria...mesmo tamanho mas com uma diferença de rigidez enorme...mas...ficou mais pesada e nem por isso mais lenta
e mi alzo sui pedali...
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RobsonSMO Ver Drop Down
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Originalmente Postado por Giordano Dal Bianco Giordano Dal Bianco Escreveu:

<FONT style=": #ffefd5">Escrever post dos outros é facil....to perguntando se alguem tem um algum "estudo" nessa area...pq na pratica eu acho q uma bike com 8kg é melhor p se andar no plano a 40km/h que uma de 7kg...nas mesmas configuraçoes....depois que embala nao vi vantagem em algo super leve...mas...pode ser né....!!!

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Giordano Dal Bianco Ver Drop Down


Registrado: 23 Jul 2008
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de Giordano Dal Bianco Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 21 Abr 2014 as 09:03

Repito o que postei....!!!!...continuo nao vendo essa vantagem enorme em ser 1kg mais leve no plano depois que embala...tudo bem que ai nao fala especificamente das rodas...postei mesmas configuraçoes em relaçao a aerodinamica e geometria até p prever alguem questionando isso...mas pelo jeito tem de especificar até isso pq tem gente que procura nao entender ou nao entende mesmo...mas quem quer entender entendeu, quem nao quer nao adianta...faça um teste pessoalmente e depois comente...mais util ensinar o Moser a fabricar bikes pq a eles fizeram p o Sosenka quebrar o recorde da hora ta errada, afinal a bike é um verdadeiro chumbo, pois rodas de mais de 3kg p se andar num velodromo a quase 50km/h de media é de uma burrice tremenda...quem fez a bike deveriam ler mais livros de fisica ou frequentar mais foruns.



Editado por Giordano Dal Bianco - 21 Abr 2014 as 09:25
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Arcanjo Ver Drop Down
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Originalmente Postado por Tiger Tiger Escreveu:

Não sei se entendi ao certo a pergunta, mas se sua dúvida é qual a vantagem de usar uma bike de 6Kg com 800g de lastro ao invés de uma de 6,8Kg por exemplo, o que ocorre é que o lastro fica numa parte baixa do quadro, baixando assim o centro de gravidade e otimizando o equilíbrio.

Além disso bikes lastreadas costumam ter partes móveis mais leves, rodas, corrente, pedivela gerando um maior aproveitamento da força aplicada pelo ciclista.

Outra vantagem (boba) é para os ciclistas de fim de semana, que não precisam respeitar a UCI, conheço um caboclo que tem uma bike de 6,4Kg e é orgulhoso em afirmar que a bike dele é "ilegal".

Não sei se é o caso desse "caboclo", mas aqui perto de casa tem muitos ciclistas que tem bikes leves mas não se inscreve em provas ou, quando se inscreve, não chega nem perto do pódio. Isso sem contar os que não tem coragem de fazer uma dieta, mas gastam uma grana com peças leves pra reduzir o peso da bike. LOL
Pra que "tirar onda" com bikes leves então? O pior é que a maioria nem pode bancar essa "marra" e quando a bike tem algum problema mais grave, ou a bike fica parada ou então o cara coloca peças de nível bem mais baixo pra poder continuar pedalando.
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Voodoo Ver Drop Down
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Originalmente Postado por radMG radMG Escreveu:

Pra quem teve preguiça de ler o tópico O Recorde da Hora, segue um post do usuário tbortolotto

Originalmente Postado por tbortolotto tbortolotto Escreveu:

Uma coisa que as vezes fico pensando é no peso da bike. Parece que não existe um limite pra isso. A de Merckx em 72 pesava cerca de 5.5 Kg enquanto a do Sosenka tinha 9.8 Kg (3.2 Kg só em rodas!!). A bike mais pesada tem mais inércia e por isso manteria mais o embalo. Confere isso Arnaldo?


Ou seja o ATUAL recordista mundial da Hora utulizou rodas de perfil BAIXO pesando 3.2 Kg ao inves de rodas Zipp de 1.2 Kg.
Mas esse tal de Sosenka e sua equipe devem ser uns burros que não entende nada de física e deveriam ler o forum pedal.com.

Sosenka, SABE DE NADA INOCENTE. 


Record da hora, prova onde a velocidade é praticamente constante, assim como o relevo (plano).

Pegue essa bicicleta com roda de 3,2 kg e sai pedalando por aí, na primeira subidinha mequetrefe que aparecer veja a gravidade acabando com a sua alegria.
PauloR2

Viciado em sofrimento
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brunoleite Ver Drop Down
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LeoBatista Ver Drop Down
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Originalmente Postado por Voodoo Voodoo Escreveu:


Originalmente Postado por radMG radMG Escreveu:

Pra quem teve preguiça de ler o tópico O Recorde da Hora, segue um post do usuário tbortolotto

Originalmente Postado por tbortolotto tbortolotto Escreveu:

Uma coisa que as vezes fico pensando é no peso da bike. Parece que não existe um limite pra isso. A de Merckx em 72 pesava cerca de 5.5 Kg enquanto a do Sosenka tinha 9.8 Kg (3.2 Kg só em rodas!!). A bike mais pesada tem mais inércia e por isso manteria mais o embalo. Confere isso Arnaldo?


Ou seja o ATUAL recordista mundial da Hora utulizou rodas de perfil BAIXO pesando 3.2 Kg ao inves de rodas Zipp de 1.2 Kg.
Mas esse tal de Sosenka e sua equipe devem ser uns burros que não entende nada de física e deveriam ler o forum pedal.com.

Sosenka, SABE DE NADA INOCENTE. 

<span style="line-height: 1.4;">


Record da hora, prova onde a velocidade é praticamente constante, assim como o relevo (plano).

Pegue essa bicicleta com roda de 3,2 kg e sai pedalando por aí, na primeira subidinha mequetrefe que aparecer veja a gravidade acabando com a sua alegria.


Vodoo falou tudo, esse peso nas rodas só foi útil em uma situação controlada como a de um velódromo.

Em uma situação de prova, onde se tem subidas, desacelerações e retomadas, ataques e contra-ataques no pelotão ou na fuga, esse peso extra nas rodas vai cobrar caro de quem está pedalando.
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30455 Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de 30455 Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 23 Abr 2014 as 09:37
Um debate interessante:

http://www.bikeradar.com/road/gear/article/angryasian-minimum-weight-limits-are-a-good-thing-40803/

Resumo: o articulista acha importante limites de peso, mas mais importante é a certificação de alguns conjuntos de peças, os que garantem a seguranças do atleta.

Abs
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Alessandro_sp Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de Alessandro_sp Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 23 Abr 2014 as 16:21
Quem quiser entender um pouco sobre esse efeito do peso nas rodas:

Volante de motor

Peguei o artigo em inglês pois o traduzido é bem resumido.

Citação de Flywheels are often used to provide continuous energy in systems where the energy source is not continuous. In such cases, the flywheel stores energy when torque is applied by the energy source, and it releases stored energy when the energy source is not applying torque to it.


"Volantes são frequentemente utilizados para fornecer energia contínua em sistemas onde a fonte de energia não é contínua. Em tais casos, o volante armazena energia quando o torque lhe é aplicado pela fonte de energia, e libera a energia armazenada quando a fonte de energia não está aplicando torque a ele."

Ou seja, bem similar ao ato de pedalar com seus pontos-mortos. Ou a motores de combustão interna.

A questão é, a maior massa compensa a falta de energia em certos momentos, mas também onera o conjunto todo. Será que uma coisa compensa a outra?
On the outskirts of nowhere / On the ringroad to somewhere / On the verge of indecision / I'll always take the roundabout way
(Marillion - Bitter suite part V - Windswept Thumb)
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Warpuser Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de Warpuser Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 23 Abr 2014 as 17:44
Originalmente Postado por Alessandro_sp Alessandro_sp Escreveu:

Quem quiser entender um pouco sobre esse efeito do peso nas rodas:

Volante de motor

Peguei o artigo em inglês pois o traduzido é bem resumido.

Citação de Flywheels are often used to provide continuous energy in systems where the energy source is not continuous. In such cases, the flywheel stores energy when torque is applied by the energy source, and it releases stored energy when the energy source is not applying torque to it.


"Volantes são frequentemente utilizados para fornecer energia contínua em sistemas onde a fonte de energia não é contínua. Em tais casos, o volante armazena energia quando o torque lhe é aplicado pela fonte de energia, e libera a energia armazenada quando a fonte de energia não está aplicando torque a ele."

Ou seja, bem similar ao ato de pedalar com seus pontos-mortos. Ou a motores de combustão interna.

A questão é, a maior massa compensa a falta de energia em certos momentos, mas também onera o conjunto todo. Será que uma coisa compensa a outra?

Com certeza há um ponto ótimo para isso, onde as curvas de "qualidade do movimento" versus "energia gasta para mover o conjunto" se tocam.
No caso de motores a combustão, os testes são realizados e, após aplicados os percentuais de segurança, a massa do volante é definida.Thumbs Up
Nada impede que isso também seja feito numa bicicleta, mas no momento só posso enxergar isso como curiosidade acadêmica.
Quando a minha "roda personalizada" for remendada ou necessitar de substituição, se eu não tiver outra igual, lá se foi meu ponto ótimo.Thumbs Down
BTT: Conthey Arizona 2003 Tourney 21v MegaRange, V-Brake & Cannondale Trail 4 2015 Alivio 27v
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brunoleite Ver Drop Down
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Como colega disse, só dá pra enxergar isso como curiosidade acadêmica. A bicicleta e o bicicleteiro em cima dela sofrem muito mais efeitos das variáveis que estão sujeitos, do que as variáveis que o carro está sujeito.

Ainda que pudéssemos levar ao pé da letra a comparação do volante, o volante do motor da bicicleta é o pedivela, não as rodas. As rodas do carro também tem toda a capacidade de acumular a energia e entretanto sabe-se que as rodas "de liga leve" são mais econômicas pro combustível.
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Fabiof8 Ver Drop Down
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A questão é: Pedalamos apenas no plano infinito, no embalo e sem subidas (não vale velódromo), para justificar rodas mais pesadas?
Desde que eu me entendo por bicicleteiro, sei que baixar peso nas rodas/pneus é fundamental para um bom desempenho, sendo mais importante que um quadro ou cockpit de baixíssimo peso.
Pelo menos EU, enfrento muitas subidas (e prefiro subida que descida), muitas situações de desaceleração e retomada, e to fora de rodas pesadas...rs
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rafaqs Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de rafaqs Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 23 Abr 2014 as 19:40
Tenho um par de roas aero bem pesadas na minha bike de crono (Shiv TT), são Sram S80 que pesam mais de 2.2kg.

No plano elas são ótimas ... quando embalam realmente a força necessária para manter a velocidade data a posição aero da bike  e vantagem aero das rodas é muito pouca. Já quando se pega uma subida curta só se consegue ir bem se embalar bem antes de começar a subir e trabalhar a manutenção da velocidade, se esperar a velocidade cair para forçar novamente  (mesmo em pé) vira um martírio. 

Na prática subir um morro de 500 metros a 45km/h pode ser MUiTO mais fácil e com menor desgaste do que subir o mesmo morro a 30km/h se perder o embalo. Já quando se usar rodas tubulares (Zipp 808) esse efeito do peso das rodas e reacelerar nas subidas é absurdamente menor. Mas de novo ... no plano vento a favor a 50km/h a diferença é bem pequena para se manter a velocidade "de cruzeiro".


Venge Vias
Tarmac SL4 - Bike da Esposa
Langster
Globe Daily 1
https://www.strava.com/athletes/251973
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30455 Ver Drop Down
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Só esclarecendo, a tal "flywheel", tipo o sistema kers utilizado na F1, pressupõe uma massa girando a altíssimas velocidades e num vácuo (o quanto isso é possível, aqui na Terra).

já o volante do motor é o braço dos pistões, ou biela, se não me engano - a qual é superdimensionada justamente para capturar este "momento" gerado pelo movimento e auxiliar na manutenção do movimento do motor quando um conjunto de pistões está em ponto "morto".

Abs

P.S.:

A quem interssar possa:

http://www.engineeringtoolbox.com/flywheel-energy-d_945.html

Originalmente Postado por Alessandro_sp Alessandro_sp Escreveu:

Quem quiser entender um pouco sobre esse efeito do peso nas rodas:

Volante de motor

Peguei o artigo em inglês pois o traduzido é bem resumido.

Citação de Flywheels are often used to provide continuous energy in systems where the energy source is not continuous. In such cases, the flywheel stores energy when torque is applied by the energy source, and it releases stored energy when the energy source is not applying torque to it.


"Volantes são frequentemente utilizados para fornecer energia contínua em sistemas onde a fonte de energia não é contínua. Em tais casos, o volante armazena energia quando o torque lhe é aplicado pela fonte de energia, e libera a energia armazenada quando a fonte de energia não está aplicando torque a ele."

Ou seja, bem similar ao ato de pedalar com seus pontos-mortos. Ou a motores de combustão interna.

A questão é, a maior massa compensa a falta de energia em certos momentos, mas também onera o conjunto todo. Será que uma coisa compensa a outra?


Editado por Calliari_ciclista - 23 Abr 2014 as 20:59
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danielbns Ver Drop Down
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eu sou bem leve, sempre senti muita diferença com peso da bike, além deu ser chato com algumas coisas... muitas vezes é só um efeito placebo da peça "nova", mas efeito placebo é bom também.
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Alex SP Ver Drop Down


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Originalmente Postado por Alessandro_sp Alessandro_sp Escreveu:

Quem quiser entender um pouco sobre esse efeito do peso nas rodas:

Volante de motor

Peguei o artigo em inglês pois o traduzido é bem resumido.

Citação de Flywheels are often used to provide continuous energy in systems where the energy source is not continuous. In such cases, the flywheel stores energy when torque is applied by the energy source, and it releases stored energy when the energy source is not applying torque to it.


"Volantes são frequentemente utilizados para fornecer energia contínua em sistemas onde a fonte de energia não é contínua. Em tais casos, o volante armazena energia quando o torque lhe é aplicado pela fonte de energia, e libera a energia armazenada quando a fonte de energia não está aplicando torque a ele."

Ou seja, bem similar ao ato de pedalar com seus pontos-mortos. Ou a motores de combustão interna.

A questão é, a maior massa compensa a falta de energia em certos momentos, mas também onera o conjunto todo. Será que uma coisa compensa a outra?


Ale, não são situações similares. Perdemos velocidade por atrito, resistência do ar. etc. Mas isso importa muito pouco ou quase nada no "mundo real" do cicismo, do MTB, até do cicloturismo. A variação de velocidade, as acelerações constantes, o jogo tático, as mudanças de gradiente... isso é o que define, isso é o que importa, e pra tudo isso quanto menos peso, melhor.

Pode ter certeza: exceto na busca pelo Recorde da Hora em velódromo, não existe qualquer situação, ocasião ou necessidade/utilidade para bikes, rodas ou qualquer outro equipamento pesado. Nem em descidas. Quanto mais leve, melhor. Sempre.
Look Good, Feel Good, GO FAST!
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zex Ver Drop Down
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Originalmente Postado por Alessandro_sp Alessandro_sp Escreveu:

Pô, tem uma regrinha bem simples... Compre a melhor bicicleta que o seu dinheiro permitir (ou mais leve, mais estilosa, whatever...) e que não vá quebrar seu orçamento. Se for uma jabiraca de 15kg, compre e seja feliz pedalando. E não encane com isso.

Bike boa é a que você pode ter...


Concordo , Além disso no caso dos ciclistas amadores( meu caso e o da maioria que participa aqui no fórum)  é preciso ter preocupação com custo beneficio da bike.... Até porque tem muitos equipamentos(caros) que um ciclista amador não consegue tirar proveito e isso pode significar um desperdício de dinheiro, igual a história da pessoa que não tem um preparo físico adequado, mas tem uma bike de $20k e que pesa 6kg sendo que poderia  andar do mesmo jeito em uma bike um pouco mais pesada, mas que custa 1/5 do preço( isso jogando alto o valor)...  Com essa diferença, essa mesma pessoa poderia ter outros modelos de bike( tipo uma MTB boa e uma Speed boa ) e ainda sobraria muita grana para gastar com outras coisas....

O que eu disse não se aplica aos ciclistas profissionais,  até porque esses precisam ter o melhor equipamento disponível  para pode ser competitivo, até porque os adversários também estão atrás de equipamentos competitivos.... 
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Warpuser Ver Drop Down
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Originalmente Postado por Calliari_ciclista Calliari_ciclista Escreveu:


Só esclarecendo, a tal "flywheel", tipo o sistema kers utilizado na F1, pressupõe uma massa girando a altíssimas velocidades e num vácuo (o quanto isso é possível, aqui na Terra).

já o volante do motor é o braço dos pistões, ou biela, se não me engano - a qual é superdimensionada justamente para capturar este "momento" gerado pelo movimento e auxiliar na manutenção do movimento do motor quando um conjunto de pistões está em ponto "morto".


Não, o volante do motor de combustão interna não é a biela, mas sim, uma outra peça, em forma de disco, de massa expressiva. Acumula energia cinética para auxiliar o giro do virabrequim no Ponto Morto Superior e no Ponto Morto Inferior.
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Originalmente Postado por Warpuser Warpuser Escreveu:

Originalmente Postado por Calliari_ciclista Calliari_ciclista Escreveu:


Só esclarecendo, a tal "flywheel", tipo o sistema kers utilizado na F1, pressupõe uma massa girando a altíssimas velocidades e num vácuo (o quanto isso é possível, aqui na Terra).

já o volante do motor é o braço dos pistões, ou biela, se não me engano - a qual é superdimensionada justamente para capturar este "momento" gerado pelo movimento e auxiliar na manutenção do movimento do motor quando um conjunto de pistões está em ponto "morto".


Não, o volante do motor de combustão interna não é a biela, mas sim, uma outra peça, em forma de disco, de massa expressiva. Acumula energia cinética para auxiliar o giro do virabrequim no Ponto Morto Superior e no Ponto Morto Inferior.


O peso do volante do motor também ajuda a manter o embalo do motor/Veiculo caso o mesmo pegue uma subida sem que esteja acelerando forte... Em contrapartida o peso do volante do motor dificulta a aceleração rápida do motor , Tanto que uma das primeiras coisas que os preparadores de motores fazem é aliviar o peso do volante do motor para que o motor possa subir o seu giro mais rapidamente...
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brunoleite Ver Drop Down
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Com todo o respeito, mas meu entendimento é de que o volante, o disco pesado ao fim do virabrequim, tem como funcao com o seu embalo ajudar o motor a tirar o veiculo da inercia. O motor por si só funciona muito bem sem o volante e o equilibrio do PMI e do PMS se dá pelos contrapesos do virabrequim. Alguns motores mais modernos possuem ainda mais um eixo abaixo do virabrequim que gira no sentido contrario pra neutralizar harmonicos e vibracoes indesejaveis. O motor por si só nao tem forca o suficiente em baixa rotacao pra mover todo o conjunto motriz e o peso do automovel, aí que entra a funcao do volante, alem de fazer o acoplamento com o cambio e o arranque. Em carros de competicao é comum se aliviar um pouco o volante, pois o motor ja ficou um pouco mais forte e precisa fazer o motor subir rotacao de maneira mais rapida, alem de nao ter que ficar arrancando do zero o tempo todo. A titulo de curiosidade, uns amigos me contaram de um ford galaxie que atenderam uma vez na oficina, que tinha um motor "reposicao". Eles nao chegaram a ver o volante, mas na frente tinha uma polia enorme e larga, pra tocar umas 5 correias. Provavelmente era um motor de aplicacao industrial. Quando desligavam o carro, o motor ficava mais de 20 segundos girando, devido a inercia da polia/volante.
Originalmente Postado por Warpuser Warpuser Escreveu:



Não, o volante do motor de combustão interna não é a biela, mas sim, uma outra peça, em forma de disco, de massa expressiva. Acumula energia cinética para auxiliar o giro do virabrequim no Ponto Morto Superior e no Ponto Morto Inferior.
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Alessandro_sp Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de Alessandro_sp Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 24 Abr 2014 as 10:31
Originalmente Postado por Warpuser Warpuser Escreveu:


Originalmente Postado por Calliari_ciclista Calliari_ciclista Escreveu:




Só esclarecendo, a tal "flywheel", tipo o sistema kers utilizado na F1, pressupõe uma massa girando a altíssimas velocidades e num vácuo (o quanto isso é possível, aqui na Terra).

já o volante do motor é o braço dos pistões, ou biela, se não me engano - a qual é superdimensionada justamente para capturar este "momento" gerado pelo movimento e auxiliar na manutenção do movimento do motor quando um conjunto de pistões está em ponto "morto".


Não, o volante do motor de combustão interna não é a biela, mas sim, uma outra peça, em forma de disco, de massa expressiva. Acumula energia cinética para auxiliar o giro do virabrequim no Ponto Morto Superior e no Ponto Morto Inferior.


Exatamente. E é uma das peças que são alteradas em competições onde acelerações frequentes estão envolvidas (circuitos muito travados, por exemplo, com trocas de marchas e frequentes retomadas).
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Alessandro_sp Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de Alessandro_sp Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 24 Abr 2014 as 10:37
Originalmente Postado por Alex SP Alex SP Escreveu:

Originalmente Postado por Alessandro_sp Alessandro_sp Escreveu:

Quem quiser entender um pouco sobre esse efeito do peso nas rodas:

Volante de motor

Peguei o artigo em inglês pois o traduzido é bem resumido.

Citação de Flywheels are often used to provide continuous energy in systems where the energy source is not continuous. In such cases, the flywheel stores energy when torque is applied by the energy source, and it releases stored energy when the energy source is not applying torque to it.


"Volantes são frequentemente utilizados para fornecer energia contínua em sistemas onde a fonte de energia não é contínua. Em tais casos, o volante armazena energia quando o torque lhe é aplicado pela fonte de energia, e libera a energia armazenada quando a fonte de energia não está aplicando torque a ele."

Ou seja, bem similar ao ato de pedalar com seus pontos-mortos. Ou a motores de combustão interna.

A questão é, a maior massa compensa a falta de energia em certos momentos, mas também onera o conjunto todo. Será que uma coisa compensa a outra?


Ale, não são situações similares. Perdemos velocidade por atrito, resistência do ar. etc. Mas isso importa muito pouco ou quase nada no "mundo real" do cicismo, do MTB, até do cicloturismo. A variação de velocidade, as acelerações constantes, o jogo tático, as mudanças de gradiente... isso é o que define, isso é o que importa, e pra tudo isso quanto menos peso, melhor.

Pode ter certeza: exceto na busca pelo Recorde da Hora em velódromo, não existe qualquer situação, ocasião ou necessidade/utilidade para bikes, rodas ou qualquer outro equipamento pesado. Nem em descidas. Quanto mais leve, melhor. Sempre.


Claro que são semelhantes... A única coisa que muda são as proporções das massas e o gerador de energia. As perdas ocorrem para ambos.

E concordo com vc, a situação específica em que isso pode ser uma vantagem (e digo PODE porque tenho minhas dúvidas de que alguém faça um dimensionamento correto da roda) é justamente na manutenção de velocidade constante por longos períodos de tempo. Mas cá entre nós, acho que é mais algo assim como "Bota uma roda pesada aí pra eu não perder embalo"

Realmente, para situações normais não há benefícios.

Curiosamente, há alguns anos, troquei os pneus da minha híbrida de 26x1.0 para 26x1.5 e de imediato me pareceu que as rodas "seguravam o embalo" melhor. Mas qualquer análise com um mínimo de critério revelaria que existem tantos outros fatores, que provavelmente minha conclusão relacionando as duas coisas estaria errada ou no mínimo incompleta. Vento, trajeto, condição física no dia, tipo de borracha do pneu... Então deixei meu achismo de lado e fui me divertir que é bem melhor
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brunoleite Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de brunoleite Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 02 Mai 2014 as 22:48
Construção de rodas de carbono pra um carro... vejam o que o cara fala logo no começo sobre o peso das rodas...


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saponga Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de saponga Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 03 Mai 2014 as 09:15
Acho que já esta bem claro que a vantagem do peso nas rodas só existe no plano e em velocidade constante. Melhor ainda se for só reta. E isso somente porque existem os pontos mortos da pedalada que o "efeito flywheel" ajuda a minimizar. Como fica claro no video, o problema nem é só acelerar e desacelerar. O momento de inércia também dificulta as curvas. Essas comparações de desempenho com rodas (e ate bikes) diferentes não fazem sentido devido as diferentes geometrias, aerodinâmica etc.
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Alessandro_sp Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de Alessandro_sp Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 03 Mai 2014 as 11:57
As comparações não fazem sentido mas o princípio físico atrás desse raciocínio específico para contrarrelógios planos é o mesmo usado nos volantes dos motores de combustão interna: manter a inércia quando a fonte de energia não está produzindo (pontos mortos).

Claro que, excluindo-se essa situação, não é interessante para o ciclismo em termos de custo x benefício manter rodas pesadas. Assim como em automóveis, que pela própria dinâmica do trânsito estão sempre freando/acelerando, não faz sentido usar rodas pesadas (além do necessário para o propósito do carro).
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pedro77 Ver Drop Down


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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de pedro77 Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 13 Jul 2014 as 02:04
auxiliar nas subidas, menos inércia pra quebrar no movimento...
^^"!
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lafon Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de lafon Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 16 Jul 2014 as 21:10
Bom...agora temos a Trek-absurdamente-leve. Se bater um vento a bike some. Enfim, não sou encanado com peso, mas nunca teria uma mtb acima dos 11kg...Basta fazer o Caminho da Fé para entender isso.
 
Tenho certeza que um(a) ciclista de 60kg com rodas de carbono perfil 50, não consegue pedalar com vento lateral, se a bike pesar menos de 7kg. Tem que acionar o 0800-mãe.
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Fabio Ver Drop Down


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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de Fabio Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 18 Jul 2014 as 11:17
Mas esqueceu que o ciclista peso mosquito é mais aerodinâmico lateralmente. rs
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T-Rodman Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de T-Rodman Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 18 Jul 2014 as 11:23
bike leve, ciclista leve, e muito vento:
https://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=H8qgjyqibwY#t=49
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Bullseye Ver Drop Down


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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de Bullseye Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 18 Jul 2014 as 12:42
Inclusive aqui no Brasil faz vento assim 237 dias no ano....

Curioso como pegam características raras e Incomuns como argumento...
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Brewer Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de Brewer Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 25 Jul 2014 as 10:16
Se o cara sair com a caríssima Trek Emonda num vento igual a esse do video postado, literalmente a bike sai voando. Ali no video a bike já teria ido parar no riacho. 
Sobre o assunto de as bikes mais antigas terem "alma" por serem de Cromo, seria tão diferente no caso dessas Cipolini? 
https://www.youtube.com/watch?v=ivrfcpG705w

Eu acho que não, são feitas à mão também. 
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demary1 Ver Drop Down


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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de demary1 Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 13 Out 2014 as 23:26
muiTo bom o tópico ;falando em pesadas sabe alguém porque as   monark são tão pesadas ? são todas iguais ?  tenho caloi e é bem mais leve bem mesmo.

    Sei que estou falando de museu mas gostaria de saber se alguém puder ajudar ?
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Dr. GORI Ver Drop Down
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Jaguariuna
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de Dr. GORI Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 14 Out 2014 as 08:53
    Primeiramente, as bicicletas Caloi, monark e afins ou melhor dizer, as bicicletas nacionais de um modo geral, não foram feitas para serem leves, elas na sua maioria são cópias de geometrias consagradas de algumas marcas importadas e adaptadas para a realidade da industria nacional, uma fabrica que precisa ter preço competitivo, atingir as grandes massas e ter custo baixo de produção, não consegue produzir bicicletas leves, porque a redução de peso é caro demais para estas empresas.
    Infelizmente, a industria nacional de bicicletas é uma grande ilusão (disso eu digo das grandes marcas, quero deixar bem claro), porque nenhuma delas foi uma criação inovadora ou singular, digna de reconhecimento internacional. É claro, se todas são cópias de outras marcas.
    Hoje é até mais fácil obter bicicletas mais leves, se você tem o mercado chinês fornecendo diversos quadros sem marca, para você renomear e chamar de seu. Ou vocês acham que a Caloi produz quadros de fibra de carbono? por exemplo. E depois, não existe uma variedade de peças tão grande como nos anos 90, hoje tudo gira em torno de meia dúzia de marcas acessíveis e que exploram absurdamente nos preços.
    Reflita. Não dá para uma empresa do porte da Caloi, comprar tubos de alumínio de alta tecnologia, com paredes mais finas, ligas mais fortes e processos de solda e engenharia mais sofisticados com produção nacional, brigar com as grandes marcas que hoje produzem na china sob supervisão delas, que já possuem Know how a décadas e em sua maioria são conhecedoras e detentoras de muitas inovações dos quadros.
   Se você pegar uma bike de corrida dos anos 80 importada, você verá que elas também são bem mais leves que a Caloi 10.
   Até mesmo a Caloi 10 é uma cópia descarada de uma speed de corrida, na verdade a Caloi 10 é uma bike speed turismo, onde stay é longo, as pernas do garfo são mais longo para colocação de paralamas e a geometria dos top tube e down tube são mais longas que uma bike típica de corrida dos anos 80. Era muito comum nesta época esse tipo de bicicleta na europa e não eram de corrida. Ainda acrescentando que os tubos usados nas Caloi 10, não são os mesmos utilizados pelas bikes de corrida da época, que usavam tubos Columbus e reynolds (as caloi 10 são de ferro mesmo) e nem tamanho elas tinham para atender estaturas diferentes.
   Muitos saudosistas podem ficar loucos com o que estou dizendo, mas infelizmente a verdade dói mesmo, Se você colocar a paixão da infância e adolescência de lado e pensar no modo técnico, vai ter que dar o braço a torcer.
   As bikes leves, nascem já pelo quadro, se não for top e muito leve, o resto não vale a pena investir, é claro que cada um faz o que quiser com o que tem, mas muitas vezes não atinge uma diminuição significativa e vai ficar na média das bicicletas de médio porte (e quase sempre não vai valer mais por isso).
   Uma coisa que todos devem entender, é que não dá para comparar as Calois da vida com bikes como Trek, Specialized, Canondalle, Giant, entre outras grandes marcas, não se trata de bicicletas de mesmo nível e creio que isso não vai acontecer aqui no Brasil tão cedo.


    
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Fabio Ver Drop Down


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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de Fabio Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 14 Out 2014 as 09:28
Só esquecei de dizer que nem precisa comprar os tubos, pois a produção não é nacional. O que a Caloi compra são quadros e não tubos. A Caloi não fabrica, a Caloi monta na Zona Franca de Manaus com todo benefício de isenções de impostos e até de terrenos.
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Dr. GORI Ver Drop Down
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    O termo na qual o Demary1 se referiu dizendo em museu, ele muito provavelmente fez alusão a Caloi e Monark da primeira fase dos anos 80 e 90, quando as fábricas eram em São Paulo. Também acabei fazendo uma mistureba sobre as bicicletas mais modernas, mas mesmo fabricando na zona franca de Manaus, ainda assim, a produção nacional não é competitiva com a produção china e se ela não fabrica mais, não sei como ela sobrevive, porque tem bikes importadas melhores que ela por aí, muito mais interessantes.
    Mas acho que ela ainda sobrevive do legado de nossos pais e irmãos mais velhos que ainda acham que a Caloi e a monark foi tudo na infância e ainda é são uma boa marca (também! só existiam elas! LOLLOL). 

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radMG Ver Drop Down
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Creio que os quadros das Calois de supermercado, abaixo de 600 reias, são produzidos aqui sim, justamente para atingir um nível de nacionalização exigido para isenção de impostos.

Lembrando que antes de ser adquirida pela Dorel, a Caloi era a quinta maior fabricante de bicicletas do mundo. Maior que muitos fabricantes que fornecem bikes para o Protur. Eu sempre me perguntei porque a Caloi não adquiri outras marcas menores, porem com Know how, do nível da Wilier, Kuota, Canyon, Vitus, Cube...
Acho que os empresários brasileiros se contentam em enriquecer vendendo produtos de baixa qualidade e preços altos para o mercado nacional. Com exceção ao trio da Ambev e a Vale, não vejo o empresariado brasileiro investindo em empresas estrangeiras. E não é por falta de "bala na agulha".
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Dr. GORI Ver Drop Down
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Originalmente Postado por radMG radMG Escreveu:

Acho que os empresários brasileiros se contentam em enriquecer vendendo produtos de baixa qualidade e preços altos para o mercado nacional. Com exceção ao trio da Ambev e a Vale, não vejo o empresariado brasileiro investindo em empresas estrangeiras. E não é por falta de "bala na agulha".

    Eu acho que até um dado momento a paixão por bicicletas influenciou muitos destes empresários em um tempo muito distante, porem, a sobrevivência fala mais alto. 
    A bicicleta para a maioria do povo é reconhecida como brinquedo, meio de diversão e até mesmo fútil, se você parar para pensar que muitas delas ficam enferrujando no quintal, assim como esteiras e bicicletas ergométricas servem de cabide nas casas.
    Realmente os empresários brasileiros visam lucrar, ainda com os impostos abusivos desse país, fica difícil mesmo ter lucro.
    Eu já tive Caloi, não morro de amores por marcas, o que vale são os bons momentos, Caloi para mim é mais uma marca de bicicleta nacional voltada as massas.
    Ainda não vi uma Caloi com peso digno de um Weight weenies, porem, eu já vi até uma T-Type com caixa de direção Crhis King neste forum, então. Nada parece impossível!  É como colocar uma caixa direção de uma Ferrari num Fusca. Shocked

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