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ADAPTANDO SENSE ACTIVE PARA GRAVEL

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VAN DER TILT Ver Drop Down
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    Enviado: 15 Mai 2023 as 16:47
Primeira vez por aqui, saudações galera do forum pedal.com.br

estou pensando em mudar algumas coisas que eu acho bem complicadas na minha bike.  A finalidade é transforma-la em uma GRAVEL, o pedigree dela é SENSE ACTIV 2022... 

Abaixo cito as principais alterações e minhas duvidas com relação a compatibilidade das peças, caso algum membro consiga apontar para possiveis incompatibilidades ou levantar pontos que eu não levei em conta, peço a gentileza que responda esse Tópico com os apontamentos.

1. TROCA DE PEDIVELA + MOVIMENTO CENTRAL: a bike vem com movimento central ponta quadrada UN BB300 (atual) e Pedivela com coroas de 40*30*22... pretendo trocar o mov. central pelo BB52 (Hollowtech) e o Pedivela por um 46x30... 

2. TROCAR OS PAÇADORES RAPID-FIRE e FLATBAR POR STI e DROP FLARE 25º: hoje tenho passadores ALTUS 3x9 com freio hidraulicos e guidão flat (era 720mmm mas cortei para 620 mm pois no uso urbano 720 é bem chato de guiar), pretendo adquirir passadores STI SENSAH IGNITE 2X9 e guidão gravel ABSOLUTE DROP 25º (na duvida se 440 mm ou 420 mm, sugestões aceitas)

minhas principais dúvidas são: 
1. Terei que trocar o trocador de marcha dianteiro? Ou posso manter o meu altus 3x9? Terei que trocar as pinças de freio de disco, hoje hidraulicas, por mecanicas?
Existe alguma alteração de peça que eu não levei em conta? alguma ressalva com relação a regulagem (tipo, mesmo que dê encaixe com as peças, a regulagem sempre vai ficar meia boca?)

Obrigado!

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hug0.dts Ver Drop Down
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Não vai dar certo por conta do reach. Essa bike é baseada numa MTB, então quando você instalar o guidão drop a bike ficará muito longa. A não ser, claro, que a sua bike seja bem menor que o ideal para você.

Quanto aos câmbios, os STI dianteiros de road normalmente não são compatíveis com os câmbios de MTB, mas não sei se essa regra também se aplica a esse Sensah. Na traseira, não será preciso mexer no câmbio.

Quanto aos freios, se você não colocar um caríssimo STI hidráulico, terá sim que usar um freio macânico ou um "semi-hidráulico" (usa um cabo para acionar o sistema hidráulico na pinça). No caso do mecânico, é preciso que o freio seja específico para bike road.
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TGTECH Ver Drop Down
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Restinga Seca
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de TGTECH Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 15 Mai 2023 as 17:07
Originalmente Postado por VAN DER TILT VAN DER TILT Escreveu:

Primeira vez por aqui, saudações galera do forum pedal.com.br

estou pensando em mudar algumas coisas que eu acho bem complicadas na minha bike.  A finalidade é transforma-la em uma GRAVEL, o pedigree dela é SENSE ACTIV 2022... 

Abaixo cito as principais alterações e minhas duvidas com relação a compatibilidade das peças, caso algum membro consiga apontar para possiveis incompatibilidades ou levantar pontos que eu não levei em conta, peço a gentileza que responda esse Tópico com os apontamentos.

1. TROCA DE PEDIVELA + MOVIMENTO CENTRAL: a bike vem com movimento central ponta quadrada UN BB300 (atual) e Pedivela com coroas de 40*30*22... pretendo trocar o mov. central pelo BB52 (Hollowtech) e o Pedivela por um 46x30... 

2. TROCAR OS PAÇADORES RAPID-FIRE e FLATBAR POR STI e DROP FLARE 25º: hoje tenho passadores ALTUS 3x9 com freio hidraulicos e guidão flat (era 720mmm mas cortei para 620 mm pois no uso urbano 720 é bem chato de guiar), pretendo adquirir passadores STI SENSAH IGNITE 2X9 e guidão gravel ABSOLUTE DROP 25º (na duvida se 440 mm ou 420 mm, sugestões aceitas)

minhas principais dúvidas são: 
1. Terei que trocar o trocador de marcha dianteiro? Ou posso manter o meu altus 3x9? Terei que trocar as pinças de freio de disco, hoje hidraulicas, por mecanicas?
Existe alguma alteração de peça que eu não levei em conta? alguma ressalva com relação a regulagem (tipo, mesmo que dê encaixe com as peças, a regulagem sempre vai ficar meia boca?)

Obrigado!



Vá ate uma loja Sense, entregue a sua como entrada e pegue uma sense Versa. 


MTB - Sense Carbon
Gravel - Enduravox GR
Road - Hypervox
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VAN DER TILT Ver Drop Down
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Registrado: 15 Mai 2023
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de VAN DER TILT Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 15 Mai 2023 as 17:19
hug0, muito obrigado pela resposta!

Sobre o REACH, Essa dica foi a melhor!! Por isso sou muito grato.

Mas veja, meu quadro é M, mas tenho 177 cm de altura... tive que puxar o carrinho do selim bem para trás para me acomodar melhor, hoje em dia com um guidão de 620 mm a postura na qual fico mais confortável é apoiando as mãos nos barends (inclinados para frente). Talvez o fato do drop ser 420 mm também ajude na postura. Mas vou testar antes, ver na mecânica aqui perto se tenho como colocar o guidão para ver como fica a postura. 

Indica algum cambio dianteiro bom para essa adpatação?

No caso desse semi-hidráulico, mantenho as pinças e adquiro um mecanismo complementar, é isso?

mais uma vez, muito obrigado! Abs
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TGTECH... seria bom, mas a minha já tá bem mexida e com uns 8 mil km rodado... vale nada...
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GabrielSL329 Ver Drop Down
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Originalmente Postado por VAN DER TILT VAN DER TILT Escreveu:

hug0, muito obrigado pela resposta!

Sobre o REACH, Essa dica foi a melhor!! Por isso sou muito grato.

Mas veja, meu quadro é M, mas tenho 177 cm de altura... tive que puxar o carrinho do selim bem para trás para me acomodar melhor, hoje em dia com um guidão de 620 mm a postura na qual fico mais confortável é apoiando as mãos nos barends (inclinados para frente). Talvez o fato do drop ser 420 mm também ajude na postura. Mas vou testar antes, ver na mecânica aqui perto se tenho como colocar o guidão para ver como fica a postura. 

Indica algum cambio dianteiro bom para essa adpatação?

No caso desse semi-hidráulico, mantenho as pinças e adquiro um mecanismo complementar, é isso?

mais uma vez, muito obrigado! Abs

O semi-hidráulico usa STI normal de cabo e existe um acionador junto a pinça pra puxar o sistema hidráulico. No caso, tu compra as pinças novas, não usando nada do teu freio!

Mas, pondera a opção do TGTECH, pode ser que saia até mais em conta e tu estás com uma bike redondinha pra rodar!

freio semi-hidráulico tektro


Editado por GabrielSL329 - 15 Mai 2023 as 17:35
Gabriel Pires
MTB: Show Rocker 12v Orange
Speed: Caloi Strada Sora 16v (aposentada)
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TGTECH Ver Drop Down
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Originalmente Postado por VAN DER TILT VAN DER TILT Escreveu:

TGTECH... seria bom, mas a minha já tá bem mexida e com uns 8 mil km rodado... vale nada...


Nada melhor que o proprio usuario com diversas informações tomar a decisão que acha mais coerente com sua realidade!!!

Toca ficha então na ACTIVE Gravel!

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hug0.dts Ver Drop Down
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Originalmente Postado por VAN DER TILT VAN DER TILT Escreveu:

hug0, muito obrigado pela resposta!

Sobre o REACH, Essa dica foi a melhor!! Por isso sou muito grato.

Mas veja, meu quadro é M, mas tenho 177 cm de altura... tive que puxar o carrinho do selim bem para trás para me acomodar melhor, hoje em dia com um guidão de 620 mm a postura na qual fico mais confortável é apoiando as mãos nos barends (inclinados para frente). Talvez o fato do drop ser 420 mm também ajude na postura. Mas vou testar antes, ver na mecânica aqui perto se tenho como colocar o guidão para ver como fica a postura. 

Indica algum cambio dianteiro bom para essa adpatação?

No caso desse semi-hidráulico, mantenho as pinças e adquiro um mecanismo complementar, é isso?

mais uma vez, muito obrigado! Abs


Você tem que medir que para ver o quanto você tem atualmente e o quanto ficará com o drop. Não me lembro exatamente quanto ele acrescenta, mas se não me engano são 12cm (120mm). E não dá para tirar essa diferença apenas colocando uma mesa mais curta, pois isso vai deixar a frente muito instável. Em geral, o ideal são 100mm na mesa, sendo aceitável até uns 80mm se precisar encurtar.

Quanto aos freios, nesse vídeo da Pedaleria explica melhor:
https://www.youtube.com/watch?v=PYzgFwGggx4

Sobre o Câmbio, qualquer um de road deve servir, mas vou ficar lhe devendo uma indicação mais exata. Conheço um pouco, mas não tenho muita experiência nesse mundo road. Creio que o próprio câmbio da Sensah já lhe atenda, ou então veja Um Shimano Sora ou Tiagra, caso não queira gastar tanto.


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RodolfoMTB Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (1) Obrigado!(1)   Citação de RodolfoMTB Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 16 Mai 2023 as 10:12
Saudações!

Quanto à relação, eu tenho na minha Triban 520 (2015) um grupo Sora com 3 coroas, acho que te atenderia muito bem (27V). Desconfio que teria de importar, pois é difícil de achar. Ele tem coroas 30/39/50 e o traseiro suporta cassete até 11-32.

A moda agora é usar menos coroas, realmente é mais prático e salva um peso. Por outro lado mais coroas tem suas vantagens também, com o mesmo reach você usa peças mais baratas, mais duráveis (cruza menos a corrente) e as acha com mais facilidade (o que é útil para quem anda longe dos grandes centros).

Eu até tenho um STI Sora 3 coroas (também pode ser usado para 2) guardado aqui em casa como reserva. Se quiser posso fazer um anúncio no Mercado Livre...

Por outro lado estes chineses parecem ser uma boa alternativa e ter um preço mais em conta que os atuais 10, 11 e 12v das marcas consagrada$.

Boa sorte na sua busca, eu pensei em fazer exatamente a mesma coisa que você, mas acabei optando por vender minha Active e pegando esta Triban 520 usada que aceita bem pneus 35c de ciclocross e tem um quadro speed/commuter, que é mais confortável e rende bem. Acabou que fiquei satisfeito com pneus 28mm e nem troquei pelos 35c. Também mantive o guidão original e não coloquei um com ângulo mais aberto (flare). Única coisa em que ela ficou devendo foi no freio à disco, que seria útil no caso de chuva e lama na estrada de terra. Nessa eventualidade a solução seria ir devagar e ajudar com o pé no chão em caso de precisão.

No momento meu projeto das cicloviagens por estradas de terra estão suspensas, então o "problema" do freio nem sei se seria um problema de fato. Igual no caso da relação com corrente mais grossas, este freio de borrachinha também arruma em qualquer bicicletaria do interior.

Boa sorte! Depois volte para nos contar o desfecho, abs!
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Rodolfo MTB, agradeço pelas dicas.

Realmente, a TRIBAN 520 é uma bicicleta impressionante. Pesquisei sobre o modelo e fiquei encantado com sua configuração. Ela vem equipada com componentes de qualidade a um preço justo, embora seja um pouco alto para mim.

Uma das principais diretrizes do meu projeto de "gravelização" era conseguir adaptá-la com peças baratas e de fácil reposição. Considerando que eu pedalo mais de 200 km por semana, o que totaliza cerca de 7 a 8 mil km por ano, sendo a maior parte em áreas urbanas (aproximadamente 75% do total), é crucial ter uma manutenção fácil e peças acessíveis. A sense Activ vem de fábrica com uma relação Altus bastante adequada para uso urbano, além de possuir um custo de manutenção baixo. É possível encontrar facilmente no ML itens como cassete, movimento central, corrente e pedivela por bons preços.

Levando tudo isso em consideração, estou enfrentando um dilema em relação a iniciar ou não o projeto de gravelização da minha ACTIV. Como outros colegas mencionaram, parece ser uma empreitada com grandes chances de dar m3r$(a), envolvendo a substituição de várias peças, alteração do reach (o que pode prejudicar a experiência de pedalar) e até mesmo um downgrade dos frteios. Meu medo é investir uma quantia considerável nesse projeto e acabar com uma bicicleta cacareco, ou pior, uma bicicleta cacareco cara de se manter.

Além desses fatores, as peças em questão são relativamente caras e, por não serem tão comuns por aqui, podem ser difíceis de encontrar (como no caso das coroas do pedivelada sua TRIBAN 520, como você mencionou). Com as restrições alfandegárias cada vez mais rigorosas, é provável que as peças fiquem retidas na fiscalização e os custos estimados sejam superados consideravelmente. Por último, mas não menos importante, se eu precisar de ajuda especializada, sei que pode ser bastante caro dependendo da oficina.

Enfim, estou ponderando todos esses aspectos antes de tomar uma decisão final. Agradeço novamente pelas suas sugestões e por compartilhar sua experiência.
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RodolfoMTB Ver Drop Down
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Colocar uma pulga atrás da sua orelha.
Para um uso mais urbano não é melhor continuar com a sua bike como está? Talvez só trocando o pneu?
Tinha dela e para rodar na cidade, no meio dos carros e buracos o guidão de urbana eu achava bem melhor. No transito intenso a posição mais elevada te dá uma visão melhor do entorno.
O guidão de speed/gravel eu só acho melhor para manter por muito tempo uma posição aerodinâmica, o que é mais útil na estrada com velocidades maiores.
Pense bem, as vezes só está arrumando sarna para se coçar e vai ficar com uma bike que vai te atender pior.
Veja o que precisa de verdade, depois de satisfazer seu gosto pode rolar um arrependimento.
Eu fiquei satisfeito com a troca porque estava querendo uma bike para estrada/estradão. Só para rodar na cidade teria mantido minha Activ feliz da vida. Gostei muito dessa bike, achei ela bem arisca e rígida. Para rodar na cidade senti mais diferença da MTB para ela, do que dela para a speed. O guidão só vai mudar sua posição nela e talvez para pior, acho que vai perder conforto e visibilidade sem um ganho considerável na cidade pela posição aerodinâmica. Exceto se anda muito em avenidas e vias de alta velocidade...
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hug0.dts Ver Drop Down
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Bom ponto, Rodolfo!

Montei uma híbrida recentemente e não sinto falta de uma posição mais aero na maior parte do tempo. Em uso urbano (deslocamento), raramente preciso de uma pegada diferente, visto o anda e para e também a necessidade de manter uma velocidade reduzida para não checar encharcado no destino. Ainda assim, o pedal rende bem mais do que com a MTB por conta dos pneus (Levorin Cyclocross 700*38c) e da frente mais baixa.

Também acho que é bom considerar a finalidade de uso. Se forem pedais mais longos, aí já acho que vale bem a pena o drop. Mas se quiser experimentar uma bike custom, também vale para aprender. Não é uma brincadeira que sai muito barata, mas o conhecimento adquirido pode ajudar em aquisições futuras.
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Rodolfo e Hugo, muito obrigado pela colaboração, é bom ouvir a opinião de ciclistas mais experientes! 

Até a pouco eu estava quase decidido a apenas substituir as peças da relação (já está na hora) e deixar os upgrades para o próximo ciclo, mas vocês acabaram me deixando com dúvidas...

Bem, desde que peguei a bicicleta, tenho mexido nela... entre as modificações que fiz estão:

1.            Troquei os pneus por uns de medida 700*35c para melhorar a rolagem - estava pensando em diminuir para 28, mas estou com receio que tal mudança aumente a frequência de furos e, além disso,  ter maior dificuldade em mantê-los calibrados, afinal pressão acima de 70 PSI não dá para obter em postos de gasolina;

2.            Reduzi o comprimento do guidão para 620 mm (originalmente 720 mm) porque a medida original é desconfortável para o pedal urbano. Essa alteração me proporcionou um campo de visão mais amplo e uma postura menos cansativa. Além disso, estou planejando diminuí-lo ainda mais para 590 mm em breve;

3.            Adicionei barends e um clip para os pedais mais longos (faço pedais de 60-140 km nos finais de semana, geralmente em longas avenidas e trechos de rodovias, mas às vezes em estradas de terra e acostamentos ruins no interior), utilizo o barend com muita frequencia, já o clip tá lá mais para adornar, só utilizo em retas longas longe do trafego de automóveis quando o headwind está muito forte;

4.            Abaixei a mesa em três anéis (uma característica do modelo ACTIV) para obter uma postura mais aerodinâmica sem perder muito campo de visão.

Para que vocês entendam melhor a minha inclinação para fazer a "gravelização" da bicicleta, vou descrever minha rotina de pedal de forma mais detalhada: meus trajetos urbanos geralmente não são curtos, variando entre 15 e 30 km, passando por longos trechos de avenidas. Como conto com vestiário na maioria dos meus destinos, vou pedalando “all out” e mantenho uma velocidade média entre 22-25 km/h mesmo passando por trechos com bastante trânsito.

No final das contas, o que eu procuro é ter mais opções de posicionamento dos braços/postura para pedalar e, de modo geral - aprendi isso com você, Rodolfo - ter uma adaptação no quadro para um estilo "Speed/commuter", sei que é impossível ter uma só bike que atenda todas as nossas necessidades, mas não custa tentar alcançar algo próximo a isso.

Hugo, ainda não desisti do projeto. Atualmente, estou me dedicando a estudar os dados de geometria e aprendendo a interpretá-los corretamente. Ao comparar o modelo M da Active com o Modelo 52 da Versa, por exemplo, descobri que há muitas outras proporções a serem consideradas além do reach. Portanto, acho que a decisão pela configuração "gravel" pode demorar mais tempo do que eu pensava.

Mais uma vez, agradeço a vocês!

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Dragum Ver Drop Down


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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (1) Obrigado!(1)   Citação de Dragum Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 16 Mai 2023 as 17:30
Para uma bike com guidon flat usar um drop, reduza a mesa em 3cm. ;)
1)16" Azul
2)Monark BMX 20
3)Sundown 24 21V
4)Azonic 26
5)C. Snake 26
6)2XS 26 21V
7)Aluminium 26 21V
8)C. 29r/29er 24V
9)GaryFisher Marlin 94 24V
10)Activ 2020
HJ)City Tour Td q da
HJ)A. Spercross
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VAN DER TILT Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de VAN DER TILT Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 16 Jun 2023 as 11:49

Caros ciclistas, tenho uma dúvida adicional: é possível ajustar o câmbio dianteiro utilizando um desviador de marchas SPEED, com um STI dianteiro de 2 velocidades, de modo que ele funcione com um pedivela 40-30-22, ajustando o desviador somente para as marchas 40-30?

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RodolfoMTB Ver Drop Down
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Não sei responder sobre a compatibilidade de STI com câmbio mtb. Só sei que havendo compatibilidade você pode regular um câmbio de 2v para usar somente duas coroas de um pedivela com 3 coroas, ficando com a menor ou maior sem função.

Se tiver interesse, tenho um câmbio Sora para pedivela com 3 coroas (também pode regular para 2 coroas). Para corrente de 9v. Anunciei no Mercado Livre:

https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-3705216442-sti-shimano-sora-esquerdo-p-2-ou-3-coroas-corrente-9v-_JM

Obs.: nunca testei com câmbio dianteiro de MTB.
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Obrigado pela informação Rodolfo! continuo na fase de especulações...
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Gabriel,

 

Recentemente, estudei sobre os calipers híbridos, que são caracterizados pela puxada de cabo para acionar macaquinhos hidráulicos para a frenagem, e tive algumas dúvidas que consegui responder parcialmente. Por exemplo:

Os calipers híbridos podem ser construídos para diversos tamanhos de rotores, como 140 mm, 160 mm, 180 mm e 204 mm. Embora o padrão seja o uso de rotores de 160 mm, existem modelos exclusivos para bicicletas de velocidade (SPEED) com 140 mm. No entanto, é importante destacar que, mesmo com adaptadores disponíveis para adequar o caliper ao rotor, nem sempre essa adaptação é bem-sucedida.

 Os quadros podem apresentar diferentes pontos de fixação para calipers. O padrão internacional é conhecido como 'IS' (International Standard) e possui pontos de fixação para parafusos na horizontal (roda traseira). Além disso, existe o padrão 'FT' (Flat Mountain), que possui pontos de fixação com parafusos verticais no quadro (roda traseira). Esses pontos de fixação podem estar localizados em diferentes partes da junção do quadro, como a frente do ângulo da roda traseira ou a parte traseira, dependendo do modelo da bicicleta.

Os calipers híbridos podem ter uma puxada de manete MTB (alavancas padrão) ou SPEED (STI). A escolha entre eles depende da quantidade de puxada de cabo necessária para comprimir os macaquinhos no disco, bem como da proporção de contração da alavanca de acionamento do caliper. No entanto, é importante destacar que a maioria dos modelos pode ser calibrada para funcionar com ambos os tipos de puxada.

É importante ressaltar que os calipers híbridos estão longe de oferecer a mesma sensibilidade e resposta dos freios completamente hidráulicos. Os freios hidráulicos apresentam um refinamento e uma segurança no manuseio que os híbridos ainda não conseguem alcançar.

Os freios híbridos possuem vantagens e desvantagens em relação aos concorrentes mecânicos. Por um lado, eles são mais pesados, mais caros e têm um histórico de avaliação ainda curto. Por outro lado, eles não são "borrachudos" como os freios mecânicos podem ser, as pinças alcançam o rotor pelos dois lados (aumentando a precisão da frenagem) e não apresentam riscos de travamento.

Apesar de ter visto tudo isso, ainda tenho algumas dúvidas que gostaria de esclarecer. Por exemplo, o caliper híbrido para STI funcionará adequadamente na roda traseira, independentemente do local de fixação no quadro? Além disso, quais são as principais diferenças de desempenho entre um caliper híbrido de entrada e um de maior custo? Vale a pena fazer esse investimento considerando que eles podem ser até quatro vezes mais caros? Se você souber a resposta para essas questões, ficarei muito grato.

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GabrielSL329 Ver Drop Down
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Originalmente Postado por VAN DER TILT VAN DER TILT Escreveu:

Apesar de ter visto tudo isso, ainda tenho algumas dúvidas que gostaria de esclarecer. Por exemplo, o caliper híbrido para STI funcionará adequadamente na roda traseira, independentemente do local de fixação no quadro? Além disso, quais são as principais diferenças de desempenho entre um caliper híbrido de entrada e um de maior custo? Vale a pena fazer esse investimento considerando que eles podem ser até quatro vezes mais caros? Se você souber a resposta para essas questões, ficarei muito grato.

Sobre a fixação: creio que o funcionamento se dará da mesma forma, desde que tu pegue o caliper adequado a puxada do STI.

Vou te responder com base na experiência de MTB. Todo e qualquer investimento para ter freios melhores é válido, pois muitas vezes é a diferença entre arrebentar a cara e deixar um rim para reconstrução dos dentes em uma clínica e apenas se esfolar. Eu migrei de um freio básico de 2 pistões para um Deore XT de 4 pistões. Com certeza foi o melhor upgrade que já fiz. A ideia sempre foi que os freios básicos te fornecem um funcionamento padrão, conforme sobe a linha tu ganha em performance e durabilidade, em detrimento de um maior investimento financeiro. Não avalie muito o "custo" apenas, pois temos um mercado concorrencial enorme, em que um freio de entrada pode custar o mesmo que um de meio de linha colocado em promoção para limpar estoque.

Sobre um freio híbrido, não tenho maior conhecimento no assunto, apenas disponibilizei o link pra vc. Dependendo do custo, é vantagem partir pra um STI hidráulico de cara, ao invés de utilizar dessa tecnologia. É melhor que um freio mecânico? Sim. Creio que seja uma saída pra quem deseja a modulação mais parecida com um hidráulico, mas não pode trocar os STIs de imediato. Freios híbridos ainda são raros no BR, imagina suas peças de reposição. 

Se tu ainda não tem nenhuma peça relacionada ao sistema, faça as cotações e avalie o melhor custo/benefício. O detalhe é se tu já tem os STIs, aí o custo do STI hidráulico vai se tornar mais oneroso. 


Editado por GabrielSL329 - 22 Jun 2023 as 08:33
Gabriel Pires
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STI hidráulico é MUITO mais caro. Não compensa, ainda mais nesse caso.
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Tem freio híbrido bem mais em conta que esses aí. Relaxe. Só não lembro de cabeça os modelos.
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Gabriel Pires
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Retomando o tópico para oferecer um novo feedback sobre o progresso do projeto de transformar a ACTIV em uma bicicleta híbrida com guidão drop-bar.

Após uma análise mais detalhada da geometria dos quadros (ROAD vs. GRAVEL vs. MTB HT), concluí que não faz sentido denominar uma bicicleta híbrida, que possui um guidão drop-bar, mas especificações de trail, chainstay e toptube muito mais próximas de uma MTB do que de uma ROAD, como uma bicicleta de gravel em termos de geometria.

Nesse contexto, uma bicicleta de gravel não deixa de ser uma bicicleta de estrada com geometria mais "relaxada" somada a alguns componentes que ampliam sua versatilidade em comparação com uma bicicleta de estrada convencional. Esses componentes incluem pneus mais largos e uma relação de coroas e pinhões mais leves, entre outras características. Portanto, colocar drop-bars em MTBs, Urbanas, etc, não as tornam gravel bikes, mas sim FRANKENBIKES!

Por isso, decidi mudar o nome do projeto para: TRANSFORMANDO UMA SENSE ACTIVE EM UMA FRANKENBIKE URBANA ÁGIL E ARROJADA PARA TRANSITAR NA CIDADE E TAMBÉM REALIZAR LONGOS.

Com relação às peças, já adquiri a maioria das peças necessárias para a customização, incluindo drop bars de 420 mm com um ângulo de 18º, STI 2x9 da SENSAH, Derailleur dianteiro SENSAH, Callipers hidráulicos de puxada mecânica ZITTO, e fita de guidão, entre outros. Felizmente, consegui comprá-los antes do aperto da Receita com aquisições do Ali.

A última peça que estou considerando adquirir é um garfo de carbono speed para reduzir o trail e tornar a bicicleta mais ágil. Estava pensando no garfo da OGGI VELLOCE, mas não sei como e onde adquirir apenas o garfo. Gostaria de saber a opinião de vocês sobre essa mudança em específico. Será que a troca do garfo pode desequilibrar muito a bicicleta? Quais são os efeitos práticos positivos e negativos de uma mudança como essa?

 

Anexo a esta postagem, envio uma foto ‘lado a lado’ de como a bicicleta era originalmente e como ela está agora.



Agradeço o auxilio de vocês! abs

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GabrielSL329 Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (1) Obrigado!(1)   Citação de GabrielSL329 Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 01 Set 2023 as 10:53
Creio que tu terás que comprar uma mesa beeeem curta, pois o guidão drop e a pegada dos STIs vão te deixar bem para frente, e a correção da mesa mais curta melhorará a posição na bike.

Ademais, o garfo em carbono vai te trazer maior conforto, e acredito que não irá influenciar tanto assim!
Gabriel Pires
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flaviok1989 Ver Drop Down


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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de flaviok1989 Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 01 Set 2023 as 14:11
uma pena q só vi esse post depois de ter vendido a minha Sense Activ, olha bateu até uma saudade, tive a mesma ideia porém não coloquei em pratica.

Estou pensando justamente em adquirir uma Oggi Velocce e tranforma-la em "Gravel" vi q eles mostraram na shimano fest uma velocce com cabeamento interno com cambio GRX, mas falar q queria só o quadro com cabeamento interno e o Claris msm, com GRX deve ficar bem caro.

Mas até o momento não anunciaram a venda esse modelo. 
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de VAN DER TILT Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 01 Set 2023 as 14:25
Flávio, acho que a velloce atual (que baixaram o preço) é uma ótima matéria-prima para gravel, até pq tem clearance para pneus mais largos, parece oferecer uma geometria mais endurance/commute... enfim ,aí sim dá para chamar de gravel, acho eu...

agora, com o GRX e cabeamento interno ela fica topzera demais!

Vendeu a Active e tá rodando com qual bike agora?

Com relação a minha active, tô cozinhando o galo para fazer as mudanças com medo dela ficar uma m.... mas até o final do ano tomo coragem! 


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VAN DER TILT Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de VAN DER TILT Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 12 Nov 2023 as 21:44
Meus caros, muito obrigado pelo apoio e por todas as dicas, sejam elas aqui no tópico ou nos demais tópicos da comunidade. Especial agradecimento ao Dragaum (manja muuuito), Gabriel SL e Hug0... que estão sempre online ajudando nos paranauês! Muito obrigado!

depois desse tempo todo tenho uma boa nova para vocês: Missão cumprida! consegui fazer da minha Sense active uma frabkenbike... para os leigos: gravelizada...

alguns pontos de atenção:
1. para quem quer colocar drop na bike sem levar em conta o reach, saiba que saindo de uma configuração MTB a possibilidade de dar errado é maior do que você imagina;
2. mudar o guidão sem mudar o garfo é só estética, tipo tu alonga a pegada mas a bike não mudou nada, qual o propósito?
3. objetivamente, ao menos no começo, você não vai ter nenhum ganho de performance;
4. a bike não fica ruim... mas deixa de ter pedrigree.. não é mais hibrida, não é MTB, não é Gravel, não é speed.. tipo, tem caracteristicas de cada uma delas, mas é tipo um caramelo brazuqueiro...
Pedalei  145 km com ela reformada... notei ganho de capacidade de aceleração mas por outro lado, cansaço na manutenção de velocidade de cruzeiro alta... enfim...
1. original


2. meio do caminho


3. resultado final!!


meus caros! muito obrigado! se vocês quiserem depois comento sobre as opções de peças etc...
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de VAN DER TILT Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 12 Jan 2024 as 15:09
retornando no tópico para deixar mais algumas impressões depois de 1,5 k:
- devido a troca de garfo (garfo carbono speed da dodici) e a colocação do drop, a bike ficou muito longa e tive que trocar o extensor da mesa de 100 mm por um de 60 mm, dessa forma ajustei o reach, entretanto a relação de altura entre o selim e o guidão mudou bastante... tive que adotar uma postura muito mais horizontal, colocando mais peso nos punhos. Isso causou bastante desconforto (formigamento a priori e as vezes dormência nos dedos mindinho e anelar em pedais mais longos, durante um período de adaptação... ~1,5 mês ... ~1 k... hoje em dia tá ok);
- mesmo com o extensor mais curto, tive que deslocar o selim totalmente para frente e subir o guidão 1,5 cm para cima para conseguir encaixar uma postura mais confortável, somados os fatores, de fato as possibilidades de fit ficaram bastante reduzidas e desafiadoras e... muito pouco confortáveis;
- por outro lado me sinto mais seguro para pilotar em corredores, pois: 1. o guidão drop é mais estreito, e 2. na postura nova é mais fácil olhar para os flancos e para trás;
- os freios hibridos são muito inferiores aos hidraulicos, faço ajustes constantes da tensão dos cabos para garantir a segurança e me parece que as pastilhas duram menos (já troquei um par dos traseiros, em menos de 3 meses... deve ser devido a qualidade do composto);
- como troquei de configuração e de ciclocomputador quase que simultaneamente, acho que os dados de performance não são muito conclusivos... apesar de bater muitos recordes em segmentos do strava com o ciclocomputador atual (IGP), as velocidades médias globais das atividades estão muito inferiores as anteriores com o XOSS.

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lyra Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (1) Obrigado!(1)   Citação de lyra Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 12 Jan 2024 as 15:58
Originalmente Postado por VAN DER TILT VAN DER TILT Escreveu:

retornando no tópico para deixar mais algumas impressões depois de 1,5 k:
- devido a troca de garfo (garfo carbono speed da dodici) e a colocação do drop, a bike ficou muito longa e tive que trocar o extensor da mesa de 100 mm por um de 60 mm, dessa forma ajustei o reach, entretanto a relação de altura entre o selim e o guidão mudou bastante... tive que adotar uma postura muito mais horizontal, colocando mais peso nos punhos. Isso causou bastante desconforto (formigamento a priori e as vezes dormência nos dedos mindinho e anelar em pedais mais longos, durante um período de adaptação... ~1,5 mês ... ~1 k... hoje em dia tá ok);

A foto pode ter me enganado mas parece que vc não passou os espaçadores para baixo, o que deixaria o guidão mais alto. Além disso, poderia ver alguma mesa com uma angulação + positiva pra ganhar mais um pouquinho de altura tb. Minha impressão ao ver a foto foi essa que vc tá relatando. O drop horizontal (altura guidão x selim) ficou muito grande. Bom pros profissionais, mas pro ciclista comum parece muito agressivo.


Citação de
- os freios hibridos são muito inferiores aos hidraulicos, faço ajustes constantes da tensão dos cabos para garantir a segurança e me parece que as pastilhas duram menos (já troquei um par dos traseiros, em menos de 3 meses... deve ser devido a qualidade do composto);
- como troquei de configuração e de ciclocomputador quase que simultaneamente, acho que os dados de performance não são muito conclusivos... apesar de bater muitos recordes em segmentos do strava com o ciclocomputador atual (IGP), as velocidades médias globais das atividades estão muito inferiores as anteriores com o XOSS.

O freio funciona melhor quando vc sai da posição superior e vai pro drop, porque dai a alavanca é maior. Mas de fato o freio hibrido não tem a mesma "mordida".
Teoricamente vc deveria ganhar um pouquinho de performance só pelo fato da posição no drop ser mais aerodinamica. Particularmante acho ela mais confortavel pra subidas tb. No meu caso, as velocidades medias melhoraram um pouco no plano/subida e piorou muito nas descidas :-).

http://ciclobits.blogspot.com
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VAN DER TILT Ver Drop Down
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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (0) Obrigado!(0)   Citação de VAN DER TILT Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 12 Jan 2024 as 17:02
Lyra,

valeu pelas dicas!

o freio hibrido é bom mas morde sem 'dente'... ao menos não é borrachudo, estou me adaptado com o downgrade... estava mal acostumado com o hidraulico, que é bom demais.

Me adaptei a nova postura, gosto do drop (selim/guidão), o que eu gostaria de fazer agora é diminuir um pouco o reach, pensei num selim mais longo ou com trilho mais longo, mas aí impacta também em questões relacionadas ao quadro que não tenho como mexer: distancia vertical do selim/bb com impacto para o movimento das pernas durante a pedalada e como isso também impactaria no centro de gravidade sabendo que o peso do corpo se deslocaria no entre rodas... acho que de fato não tem mais nada para melhorar o fit, se mexer e melhorar de um lado, cago do outro.... 

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Dragum Ver Drop Down


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Opções de Post Opções de Post   Obrigado! (1) Obrigado!(1)   Citação de Dragum Citação de  ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 12 Jan 2024 as 18:18
Ficou 10, na minha opinião, a geometria deve ta melhor que a original.
1)16" Azul
2)Monark BMX 20
3)Sundown 24 21V
4)Azonic 26
5)C. Snake 26
6)2XS 26 21V
7)Aluminium 26 21V
8)C. 29r/29er 24V
9)GaryFisher Marlin 94 24V
10)Activ 2020
HJ)City Tour Td q da
HJ)A. Spercross
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VAN DER TILT Ver Drop Down
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Poxa Dragaum, tá boa pacas!! Longa mas boa!! Valew por todas as dicas!!
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