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Bikes compartilhadas de São Paulo perdem gratuidade e cartão de crédito obrigatório


31 JAN, 2018     Gustavo Figueiredo    



O Bike Sampa, sistema de compartilhamento de bicicletas da cidade de São Paulo, recebeu sua primeira mudança profunda desde que foi inaugurado em 2012. O novo modelo, que começou a operar ontem (30), perdeu a uma hora de uso gratuito da versão anterior, sendo que agora o usuário deverá aderir a um dos três planos disponíveis.

-Diário R$ 8
-Mensal: R$ 20
-Anual: R$ 160

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Seja qual for o plano, o usuário terá o direito de utiliza a bicicleta por uma hora. Passado este período, o custo adicional será de 5 reais. Em um primeiro momento, serão 25 estações espalhadas pela cidade, com a primeira sendo inaugurada no Largo da Batata.

Mais para frente, o Itau (patrocinador) e a Tembici (operadora) prometem instalar 260 estações com 2600 bicicletas. Todavia, a prefeitura afirma que outras operadoras farão parte do negócio, ampliando para 10 mil o número de bicicletas disponíveis para aluguel.

Atualmente, o sistema possui 800 mil usuários cadastrados na cidade. Na primeira versão, um bloqueio de R$ 10 era realizado no cartão de crédito do usuário, que seria cobrado caso a devolução não acontecesse em uma hora - com o novo sistema, o cadastro de cartão de crédito deixa de ser obrigatório.

A nova versão permite que o usuário se cadastre pelo site, recebendo um cartão que funcionará como uma chave para a liberação das bicicletas. Além disso, será possível alugar o equipamento na própria estação, com um sistema de auto atendimento. O sistema também aceitará pagamento com Bilhete Único.

Segundo a prefeitura, apenas o valor máximo da cobrança foi definido, sendo que a concorrência entre diversas operadoras deverá regular o preço e o tempo de utilização das bicicletas em um segundo momento - até agora, porém, a unica operadora é a Tembici.


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