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Aru e Nibali falam sobre o difícil circuito olímpico

     

Como você viu nesta matéria, os italianos Fabio Aru, Vincenzo Nibali, Valerio Agnoli e Adriano Malori estiveram no Rio de Janeiro com uma pequena delegação italiana fazendo o reconhecimento nos circuitos que serão utilizados nas provas de ciclismo das Olimpíadas Rio 2016. Na ocasião do reconhecimento, eles foram acompanhados por Antônio Garnero, campeão brasileiro de ciclismo em 2014.

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Aru no Mirante da Vista Chinesa. Foto: Twitter / Reprodução


Os atletas gastaram um total de três horas e meia fazendo o reconhecimento dos principais trechos do trajeto e já tem opinião formada. "O circuito é duro até para um escalador. A parte final é muito difícil e as descidas são muito técnicas", disse Nibali, um atleta que é amplamente conhecido não só por sua velocidade nas subidas mas também nas descidas. "Em alguns trechos o asfalto está muito ruim", criticou o italiano.

Vencedor da última Vuelta a España e estrela em franca ascensão, Fabio Aru também tem a mesma opinião de Nibali. "O circuito é mais duro do que imaginei. Não existe lugar para se recuperar na segunda parte e a subida é muito inclinada", disse o italiano.

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Seleção Italiana pedala pelo Rio de Janeiro. Foto: Twitter / Reprodução


A prova de estrada está marcada para acontecer no dia 6 de Agosto e terá sua largada no Aterro do Flamengo. A corrida dará três voltas em um circuito que inclui as subidas curtas de Grumari e da Grota Funda. Depois, eles seguirão para subida de Canoas que será escalada quadro vezes e para a Vista Chinesa, que tem 8,5km com 5,7% de inclinação média e trechos que chegam a 10% durante 4km. Agora, Nibali, Agnoli e Malori devem seguir para a Argentina para disputar o Tour de San Luis, enquanto Aru deve retornar para a Europa para juntar-se ao restante da equipe Astana em um training camp.

     


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